NY – É proibido alugar!

por Renato De Vuono - 20 de janeiro de 2011, 2:41 - Categoria: Apartamentos, Casas, Consumidor, Dinheiro, Economia, Escolha de destinos, Hotéis, Locação de apartamentos e casas no exterior, Turismo, Viagem Internacional

Não é novidade para a maioria que Nova Iorque tem uma das rede hoteleiras mais caras do mundo. A diária média na ilha de Manhattan passa de USD 230,00, isso significa dizer que, para ficar em uma espelunca, vais pagar em torno de USD 100,00, e bota espelunca nisso!

Como para tudo na vida da-se um jeitinho, e nós brasileiros somos doutores nisso, a última moda em NY era alugar um AP e assim, além de poupar umas verdinhas, vivia-se a “autêntica experiência novaiorquina”.

Bem, o prefeito de NY resolveu acabar com a brincadeira e, a partir de Maio desse ano, Nova Iorque não está mais disponível para locações cujos contratos sejam inferiores a 30 dias. A alegação do “Mr Mayor” é que a medida visa proteger os moradores dos edifícios que se sentiam ameaçados com o “entra e sai” de estranhos em seus prédios.

Mas a verdade por trás dos fatos é que, a rede hoteleira fez uma baita pressão frente as recentes – e expressivas – perdas de receita. Ruim para nós, para os donos dos APs, bom para as grandes empresas, que já são ricas, ficarem ainda mais.

Como tudo o que é ruim ainda pode piorar, Chicago já anunciou que vai entrar na brincadeira e a prefeitura de Paris – outra campeã de hotéis caros – também estuda fazer o mesmo.

Então caro amigo viajante, se estava planejando uma viagem para esses lugares com locação de apartamento é melhor apressar-se, pois é como os arquipélagos do Tahiti: vai acabar!

Consulte seu agente de viagens e corra que ainda dá tempo.

Grande abraço e boa viagem!

Manual do Viajante – Final

por Renato De Vuono - 9 de janeiro de 2011, 15:25 - Categoria: Como se vestir, Comportamento, Consumidor, Dicas, Dinheiro, Escolha de destinos, Imigração, Locação de Carros, Passaporte, Transporte Aéreo, Turismo, Viagem Internacional

Voltamos!

Dinheiro:

Outra dúvida freqüente dos passageiros que vão ao exterior é referente a dinheiro; quanto levar, como levar. Vamos tratar nesse tópico apenas das questões práticas do dinheiro, e as questões legais referentes à imigração de alguns países, no tópico sobre o tema.

As pessoas tendem a levar uma grande quantidade de dinheiro em espécie; sentem-se mais seguras com isso. Mas com os milhares de meios de pagamentos internacionais existentes, isso se tornou um risco desnecessário. Vejamos caso a caso:

Em espécie – Leve pouco dinheiro em “cash” apenas para pequenas despesas eventuais como aquele cafezinho no aeroporto, gorjetas e coisas do gênero. Procure levá-lo em notas menores, mais fáceis de serem trocadas. 300 dólares para a viagem toda, costuma ser mais do que suficiente. Se você perder dinheiro vivo, só resta lamentar. Muita gente já teve suas férias arruinadas por ter levado todo o dinheiro da viagem assim. Por isso, foram criados outros métodos para viagens internacionais mais seguros e práticos. Só lembrando que no ato da compra dos dólares o câmbio usado é o turismo (mais caro) e há incidência de 0,38% de IOF sobre o total.

Cartões de Crédito - Fiéis amigos dos viajantes, são uma forma pratica, segura e amplamente aceita de pagamento. Primeiro o básico: o cartão tem de ser internacional. Depois, verifique seus limites de gasto; alguns cartões tem limites diferentes para gastos no Brasil e no exterior, e não simplesmente seu limite global em reais convertido para dólar. Além da praticidade, você ainda acumula pontos no programa de fidelidade de seu cartão. Mas nem tudo é só alegria e as desvantagens podem ser significativas. A principal delas é que as compras feitas em dólar são convertidas no câmbio comercial do dia do pagamento da fatura, se você der o azar de pegar um sobressalto da economia com um grande aumento do dólar nesse intervalo, a conta pode ficar para lá de salgada. Mas, você pode dar a sorte do câmbio ficar ainda mais favorável. É sempre uma surpresa. O outro ponto desfavorável dos cartões de crédito é o imposto que o governo passou a cobrar dessas transações: 2,38% a título de IOF sobre todas as transações feitas em moeda estrangeira. Os cartões ainda permitem saques em moeda local, o que, pode ser muito prático, mas, além de ter um limite pequeno, as administradoras cobram taxas altas sobre as operações. Essas taxa podem ser fixas + percentuais, apenas fixas ou apenas percentuais. Por isso, quando for sacar, saque tudo o que pode precisa de uma vez, para que as taxas compensem. Consulte sempre seu cartão para ver quanto eles cobram de fato por isso.

Saques internacionais em conta corrente – Esse é um “truque” que poucas pessoas conhecem ou, utilizam. É possível sacar direto de sua conta corrente em moeda local, como se estive aqui. Claro, os bancos cobram taxas sobre cada saque, há limites e ainda a incidência dos doloridos 2,38% de IOF. Há alguns bancos globais como o Citibank e o HSBC que possuem pacotes de serviços com isenção de taxas de saque dentro de suas agências no exterior. Além disso, fique atento para a rede na qual seu cartão é aceito; atrás dos “plásticos” há sempre a bandeira da rede internacional onde os saques podem ser feitos, são elas: PLUS, CIRRUS, AMERICAN EXPRESS , os caixas eletrônicos são identificados desta maneira. Para ajudá-lo ainda mais, veja abaixo quanto cobram os principais bancos:

Banco do Brasil
REDE: Tem 47 agências em 23 países, como Argentina, Estados Unidos (Nova York), França (Paris) e Inglaterra (Londres)
TAXA PARA SAQUE: 2,5% sobre o valor da operação + US$ 2,50 (ou 2,5% + US$ 5 se for da bandeira Amex)

Bradesco
REDE: Tem agências em Nova York, Grand Cayman e Nassau (Bahamas)
TAXA PARA SAQUE: 2,42% + US$ 2,50 (em caso de saques de moedas diferentes do dólar americano incide também taxa de conversão de 4%)

Citibank
REDE: 8 527 agências em 120 países
TAXA PARA SAQUE: Em caixas automáticos, R$ 9. Se o saque for em agências do Citibank, não há cobrança

HSBC
REDE: 10 mil agências em 88 países
TAXA PARA SAQUE: R$ 8. Clientes Premier (renda superior a R$ 7 000) estão isentos em agências do HSBC

Itaú
REDE: 193 agências no Chile, Japão, Argentina, Paraguai, Uruguai
TAXA PARA SAQUE: R$ 9 por saque (inclusive por aqueles feitos nas agências)

Santander
REDE: 13 907 agências em 33 países
TAXA PARA SAQUE: 3% do valor do saque + R$ 8

Cartões Pré-pagos – Funcionam como uma espécie de cartão de débito pré-pago. Você os compra nas casas de câmbio especializadas e os carrega com uma quantidade de dinheiro. O conversão é feita no câmbio turismo do dia acrescida de 0,38% de IOF. Você pode usa-los para sacar no exterior ou comprar diretamente como eles, exatamente como faz com seu cartão de débito no Brasil. A única taxa cobrada é de USD/EUR 2,5o por saque realizado. Entre suas grandes vantagens é que, em caso de perda, o cartão é reposto sem maiores prejuízos. Além disso, é um ótima opção para adolescentes viajando desacompanhados ao exterior. Caso acabe o dinheiro, você pode recarregá-lo a qualquer momento durante a viagem. E por fim, o que vale é o câmbio do dia em que o carregou, sem surpresas. Veja mais nos sites: www.cotacao.com.br  e  www.confidencecambio.com.br.

Traveller Checks – Os bons e velhos “cheques de viagem” ficaram um tanto ofuscados com a chegada dos cartões pré-pagos pelos motivos mais óbvios; são pouco práticos, sua aceitação é cada vez mais restrita, a taxa de câmbio é sempre desfavorável e há ainda muitos lugares que cobram comissão para trocá-los. Nos Estados Unidos muitas lojas aceitam travel checks diretamente e ainda voltam troco como numa transação normal com papel moeda. Seu ponto favorável é a segurança; se perder são repostos em 24h sem prejuízo ao cliente. Como os cartões também tem esse recurso, não há mais nada que justifique a utilização de traveller checks nos dias de hoje.

Tudo isso dito, cabe a você fazer a escolhe que lhe parece melhor para não ter problema com o item mais fundamental do turismo.

Código de Conduta

Brasileiros são conhecidos mundialmente por se comportarem mal em aeroportos, aviões, parques e qualquer outro local turístico no exterior. A Disney Company chegou a fazer um vídeo na década de 90 que ensinava os brasileiros a se comportar nas dependências de seus parque e que, claro, causou maior furor por aqui. Mas quem viaja sabe que essa é uma grande verdade, somos baderneiros e gostamos de ser tratados como os donos do mundo – “como assim não posso repetir a refeição no avião?”

Se você não quer ser mais mal visto do que já somos, e evitar problemas de tratamento, ou em caso mais graves, até deportação, observe algumas coisas simples que podem tornar sua viagem muito mais feliz.

Visual é tudo – as autoridades, tripulações e a maioria das pessoas tem muito preconceito contra mochileiros. Por mais “maneiro” que você seja, procure vestir-se melhor durante as viagens aéreas internacionais. Não é necessário ir de terno e gravata, mas ir de calça (mesmo que jeans) e camisa, não mata ninguém. Isso ajuda principalmente ao passar pelas imigrações dos países extrangeiros; os oficiais detestam mochileiros ou pessoas que aparentam estar com intenções de ficar por lá ilegalmente. Uma boa dica em vôos longos é levar a “roupa bacana” na mala de mão e se trocar por lá, assim o desconforto – para aqueles que usar roupa social é a morte – será abreviado. As mulheres costumam se vestir melhor, e ter um vestuário mais amplo, então não tem muito o que se preocupar, só não vale ser vulgar, certo? Lembre-se também de trajar – ou levar – roupas adequadas para o clima do desembarque; você não vai querer ficar doente logo no primeiro dia de viagem. Use também sapatos fáceis de ser retirados, pois a segurança dos aeroportos americanos exige que os mesmos sejam retirados para passar pelo raio X. Cintos com fivelas de metal costumam também ser um grande incômodo, pois fazem o detetor de metais disparar, se puder, deixo-os na mala.

Seja cortês – funcionários de aeroportos e cias aéreas vivem sob uma grande pressão e uma carga enorme de estresse, por isso, use a máxima de que uma “boa ação leva a uma boa reação”. Cumprimente as pessoas, sorria e seja polido, assim, provavelmente sua viagem aérea será muito melhor. Essas pessoas lidam com um grande número de pessoas rudes e mal educadas todos os dias, você não vai querer ser mais um, vai? Siga as regras corretamente, desse modo, não vai ter motivos para brigar com ninguém. Com oficiais de imigração isso é ainda mais importante, trate-os sempre com deferência e respeito, de preferência cumprimentando-os em seu idioma nativo – não é tão difícil aprender “bom dia e boa noite” na maioria das línguas. Tenha sempre em mete que está nas mãos dessas pessoas o seu destino final; cabe a eles decidir quem entra e quem não entra em seu país, por isso, quanto mais respeito e cautela, melhor.  O mesmo se aplica as demais pessoas com as quais vai interagir durante sua viagem, sejam elas outros turistas, locais ou funcionários que irão lhe servir; sorrir não faz mal a ninguém.

Gang do barulho – Se estiver viajando em grupo, saiba que há lugar e hora para tudo, inclusive para as animadas – e barulhentas – conversas. Fila de embarque, imigração e o próprio avião, definitivamente, não são os lugares adequados para isso. As pessoas a sua volta não estão interessadas no que seu grupo tem a dizer, o barulho excessivo causa estresse e gera desconforto em quem está ao seu redor. No confinamento do avião é pior ainda. As pessoas querem descansar e dormir para que a viagem passe rápido. Oficiais de imigração são bastante sensíveis a grupos barulhentos, você não vai querer irritá-los, right? Guarde a euforia para as montanhas russas, para a Van e para as baladas. Áh, museus também são lugares pouco apropriados para farra.

Por fim, use e abuse do bom senso, isso, em linhas gerais significa dizer: não faça com o outro o que não gostaria que fizessem com você.

Imigração

Muita gente acha que pelo fato de ter o visto de outro país, ou ainda, de não necessitar de visto, está com sua entrada em terras estrangeiras garantida. Nada disso! Os oficiais de imigração tem o poder – maior do que estão preparados, é verdade – de mandá-lo de volta para casa no próximo vôo, sem choro nem vela. Como falado no tópico anterior, há “grupos de risco”, então tente não fazer parte de nenhum. Observe suas roupas, comportamento e cortesia com os oficiais. Há também os aspectos legais referente a sua entrada no país, e naqueles que não exigem visto, o pesadelo da deportação pode ser ainda mais real. Por isso, verifique todos os pré requisitos antes de embarcar, principalmente, para a Europa. O velho continente tem algumas exigências que precisam ser observadas:

1 – O passageiro tem que comprovar meios para custear sua viagem. Mínimo de 50 euros por dia, por pessoa, em dinheiro vivo, mais cartões de crédito, entre outros.

2 – Ter sua passagem de volta marcada com o prazo máximo de 90 dias.

3 – Ter contratado um seguro de saúde internacional com cobertura mínima de 30mil euros.

4 – Ter as reservas e vouchers de hotéis.

5 – Passaporte com validade mínima de seis meses da data da volta.

Nos demais países, como Estados Unidos, não há regras claras quanto a isso, já que se presume que tudo isso fora checado no ato da concessão do visto no consulado. Porém, dá para usar essas mesmas regras básicas da Europa para qualquer lugar do mundo, checando, é claro, as regras específicas de cada lugar.

A imigração americana está se esforçando muito para tratar os turistas melhor. Muitos até falam espanhol. Seja educado e cortês. Esteja sempre com todo o tipo de documentação à mão, pois eles podem lhe pedir o que bem entenderem, desde reservas de hotéis até sua passagem de volta. Seja precavido. No avião, lhe serão entregues dois formulários, o da alfândega (azul) e o I-94 (de imigração). Tenha fácil o endereço e telefone dos locais nos quais vai ficar, sejam hotéis ou casa de amigos, para preencher o I-94. Lembre-se de guardar bem a sua via do I-94 carimbada durante toda a viagem, ela é o comprovante que você entrou no país legalmente e tem de ser devolvida no ato de sua saída, além do formulário azul que será devolvido na alfândega.

As áreas de imigração são de segurança nacional em todos os países, então, nada de tirar fotos, filmar, falar no celular ou usar quaisquer tipos de aparelhos eletrônicos. E mais uma vez: sem bagunça.

Alugando um carro

Deu tudo certo na imigração e agora você está livre para curtir as tão sonhadas férias. Confesso que esse tópico – como alguns outros – está fora de lugar, mas o que interessa é a ajuda que eles podem proporcionar. rs

Em muitos países a maneira mais prática, econômica e legal de explorá-los é de carro. Além de ser uma parte muito divertida da viagem, onde poderá ter por muitos dias em suas mãos carros que nem sonharia em comprar aqui no Brasil. Nos Estados Unidos essa regra é a mais verdadeira, com exceção de Nova Iorque, onde usar o transporte público é a melhor pedida, nas demais cidades é melhor alugar um carro.

Vamos tomar a terra do tio Sam como exemplo, justamente pela prática ser mais comum por lá.

O primeiro passo ainda no Brasil é escolher a locadora, como todas tem serviços parecidos, a decisão acaba se baseando em preços. As mais tradicionais são a Avis, Hertz, Dollar, Budget, Alamo e National. É possível checar preços e reservar carros direto no site das empresas, porém, antes disso, observe o seguinte:

- Os preços que aparecem nos sites não incluem seguros e outras conveniências como 1 tanque de combustível incluso. Fale primeiro com seu agente de viagens, normalmente as agências tem acordos com tarifas “all inclusive” (seguros, motorista adicional e um tanque de combustível) a preços impossíveis de serem conseguidos direto com as locadoras.

- Se ainda assim preferir fazer direto, fique atento aos seguros, muitos cartões de crédito internacionais tem seguros para locação de veículos gratuito nos Estados Unidos, para isso, basta pagar a locação com seu cartão e não aceitar qualquer seguro oferecido pela locadora. Se não tiver esse benefício, é fundamental contratar os seguros básicos oferecidos – roubo, colisão e terceiros – para não entrar numa fria. Além disso, observe também os custos para motorista adicional e tanque de combustível.

- Quando não contratar 1 tanque de combustível incluso, você terá que devolver o carro com o tanque cheio. Caso contrário, eles cobrarão 3 vezes o preço normal da gasolina do que nos postos. Se você tiver contratada essa conveniência, lembre-se de devolver o carro com o tanque mais vazio possível.

- GPS. Uma mão na roda sem dúvida, porém, fique atento aos custos. O preço médio é de USD 12,00 por dia. Um GPS de modelo básico novo da TOM TOM na Best Buy custa em torno de USD 60. Ou seja, de for ficar mais de 5 dias com carro, compensa mais comprar um GPS do que alugá-lo. Sem contar que muitos aparelhos vendidos no Brasil, funcionam em muitos países do exterior. Fique atento.

- Escolha um carro adequado a quantidade de pessoas e bagagens. Os carros na América do Norte tem categorias de tamanho bem denifidas – veja no quadro no início do tópico. Para um casal, um compacto ou intermediário pode ser suficiente. Se houver mais de 2 pessoas, procure um carro maior, pois as compras sempre ocuparão muito espaço. Um boa pedia são as Mini Vans, como a Chrysler Town Country, conhecida aqui como Grand Caravan. Caso queira um modelo específico para tornar sua viagem ainda mais especial, primeiro veja qual locadora o disponibiliza e segundo, observe as limitações do carro; esportivos e conversíveis tem pouquíssimo espaço para bagagem e pessoas no banco de trás, assim, a viagem pode ser um tormento. Em tempo: modelos mais luxuosos, como o Cadillac Escalade, não tem milhagem livre, o que significa que você vai pagar uma taxa por cada milha rodada.

- Na hora de reservar o carro no Brasil, procure sempre o modelo mais barato, mesmo que queira outro. A sacada é pedir um upgrade na hora de pegar o carro no destino. De preferência peça um “free” upgrade. Essa é uma prática muito comum e reserva surpresas agradáveis, principalmente, quando há muita disponibilidade de um determinado modelo nos pátios das locadoras. Mesmo que não consiga um totalmente “free”, por acréscimos muito pequenos por dia, pode-se pegar um modelo melhor. Apenas fique atento com a data de sua viagem, se for alta temporada recomendo já escolher desde o início o modelo que lhe atenda para não correr um risco desnecessário.

- Em muitos estados americanos, menores de 25 anos não podem alugar carros. Naqueles que permitem é cobrada uma taxa extra para cada dia de locação. Verifique isso antes de tudo.

- Não há como alugar um carro sem um cartão de crédito com limite razoável, no mínimo uns USD 1500. Mesmo que você pague adiantado, como os hotéis, eles vão solicitar seu cartão para garantir possíveis danos ao veículo, atraso na devolução ou, até mesmo, o sumiço total da máquina.

- Antes de sair com o carro, verifique possíveis danos na parte interna e externa, anote tudo na ficha que lhe é fornecida para isso, entregue a locadora e fique com a segunda via. Isso vai lhe proteger na hora da devolução. Verifique também se o tanque está cheio e não aceite o carro caso não esteja.

- Na hora da devolução não há muitos segredos. Como em muitos aeroportos, as locadoras ficam na vizinhança e fazem o transporte dos passageiros em vans, fique atento ao horário para não perder o vôo. Chegando no local da devolução, um funcionário da empresa lhe abordará com uma maquina sem fio que já lhe dará o recibo que será debitado do cartão de crédito previamente fornecido. Caso queira passar em outro cartão, essa é a hora. Se já estiver pago, será apenas um demonstrativo.

Espero que com esse longo post em 3 partes eu tenha contribuído para aquelas pequenas dúvidas que, todo mundo tem, quase ninguém fala sobre elas e quase sempre, são capazes de estragar uma viagem.

Para quaisquer dúvidas ou sugestões, deixe seu comentário e terei um grande prazer em ajudar.

Um abraço e boa viagem!

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