Gol anuncia o pioneiro (no Brasil) sistema de “compra de milhas” no Smiles

por Renato De Vuono - 26 de junho de 2012, 13:50 - Categoria: Consumidor, Dinheiro, Economia, Programas de Milhagem, Transporte Aéreo, Turismo, Viagem Internacional, Viagem Nacional

Salve amigos!

Você, como eu, se lamentava toda vez que faltava poucas milhas para adquirir seu bilhete prêmio e, nos programas brasileiros – Smiles e TAM – não nos davam a oportunidade de comprar as milhas restantes? Bom, isso agora é passado. Os deuses dos programas de fidelidade (e da Gol) ouviram nossas preces e, como já fazem AA, Delta e muitas outras, o Smiles passará a ter esse produto em breve.

O anuncio foi feito hoje através do canal de Relacionamento com Investidores da empresa e o sistema já está no ar. É possível a compra em lotes de 1000 milhas até 40000, assim como já acontece na American Airlines.

Para começar com tudo, a Gol também anunciou a promoção de bônus progressivos para compras acima de 5000 milhas. Clientes “Smiles” ganham 10% em milhas, Prata 20%, Ouro 30% e Diamante 40%. Milhas compras, bem como os bônus, tem validade de 1 ano, diferente dos 3 anos usuais para milhas voadas ou creditadas por outros meios.

Parece ser mais um passo para os programas de fidelidade tupiniquins ficarem mais sérios e competitivos quando comparados aos das empresas estrangeiras, dos quais, temos de convir, ainda estamos atrás.

Fico particularmente animado com essas mudanças, pois mostra um esforço para o mercado brasileiro alinhar-se com o mercado mundial. Embora saibamos que ainda falta um bom bocado. Digo isso, porque ainda faltam outras “features” para melhorar ainda mais os programas das aéreas como “doar” e “transferir” milhas, quer permite um aproveitamento melhor daqueles pontos perdidos nos programas de milhagem das esposas, filhos… Mas, já temos algo para comemorar, afinal, sem o primeiro passo não é possível dar o seguinte.

Um abraço e boa viagem.

PlayCenter – foi morte natural?

por Renato De Vuono - 20 de junho de 2012, 21:07 - Categoria: Consumidor, Debate, Dinheiro, Economia, Turismo, Viagem Nacional

Olá amigos!

Quase ninguém falou sobre o fechamento do PlayCenter. Aliás, pouca gente se lembra de sua existência.

Aberto na década de 70, o parque foi um ícone brasileiros durante muitos anos e referência na América do Sul. Foi o destino de sonhos de algumas gerações (incluindo a minha); ir ao PlayCenter era algo planejado, aguardado, comemorado. Para as classes mais baixas um sonho, muitas vezes, distante. Era um lugar familiar, bem conservado, seguro.

Mas, no final da década de 90, algo aconteceu. Com a construção do Hopi Hari dando problemas e consumindo mais dinheiro do que o esperado, o “parque mãe” foi deixado de lado. Diversas promoções e reduções nos preços fizeram com que a freqüência do parque decaísse bastante, afastando as famílias e o público “original” do PlayCenter. Os adolescentes e arruaceiros dominaram a cena, e o ambiente já não tinha mais nada de divertido, seguro e familiar. E, com o fracasso de faturamento do Hopi Hari, a coisa nunca mais melhorou para o parque paulistano.

A crise ficou clara quando a empresa devolveu a parte frontal do terreno, onde ficava a classica montanha russa “Super Jet”, a “Casa Maluca”, “Enterprise”, a “Roda Panoramica” e um dos pontos de desembarque do “Teleférico”. Fechar, agora, parecia mesmo questão de tempo.

Há também, além da questão Hopi Hari, o fato de Orlando, com o tempo, ter ficado “mais perto” dos brasileiros. Mais e mais famílias começaram a viajar para conhecer o parque dos parques; Walt Disney World. Parece que nada esteve a favor do PlayCenter.

O inevitável aconteceu e o parque fechou suas portas. Embora o dono diga que vai haver uma restruturação e uma mudança de “tema”, para todos os efeitos, o PlayCenter que eu conheci, morreu.

Fico pessoalmente chateado e também constrangido. Chateado porque foi um lugar bacana. Para quem não tinha Disney, havia coisas de nível internacional que eram capazes de nos transportar para um mundo diferente do que vivíamos. Não era um “parquinho” apenas. E sempre o parque se reinventava. As Noites do Terror foram um mega hit baseado no Halloween Party da Universal Studios, que era muito bem produzida e atraia milhares de pessoas. Em minha opinião, era um lugar digno de nota, embora as pessoas insistam em comparar aos parques de Orlando, que para mim, não tem par no mundo.

O lado do constrangimento é o ponto onde realmente quero chegar. Em tudo o que li, os jornalistas parecem considerar óbvio o fim da empresa. Em verdade, o brasileiro considera normal empresas quebrarem em algum ponto. Não digo que seja anormal, faz parte do negócio. Mas, deveria ser exceção. Deveria ser visto com indignação. Mas não é.

Me constrange o fato de ouvir pessoas falarem: “isso um dia iria acontecer, é normal. Ninguém mais vai em parque.” Bem, há uma cidade na Florida central que pensa o contrário e, principalmente, prova o contrário. Desde a inauguração do Magic Kingdom (primeiro parque da Disney World) em 1971, o que vimos e continuamos vendo é o contínuo investimento e crescimento da industria no entretenimento em Orlando. Mas não só lá; a DisneyLand em Anaheim, Califórnia, acabou de passar por uma reforma bilionária que já está atraindo uma montanha de visitantes, além dos habituais que são muitos, mas muitos mesmo.

Então, para mim, a morte do PlayCenter não foi natural. Ela foi causada por falta de alimento, e nós sabemos que, sem comida os organismos morrem.

E do que se alimenta um parque? Falar emdinheiro é muito óbvio. Na verdade, um parque se alimenta de inovação, investimentos contínuos e um esforço sobre humano para não abandonar seus valores. Isso, que é algo que a Disney inventou e aplica como ninguém, é o que atrai visitantes e por sua vez, o dinheiro. Além disso, incentivos do governo de toda sorte, desde infra-estrutura de suporte (como acesso, transporte publico) até incentivos fiscais.

Um vez quebrado esse ciclo, o interesse das pessoas desaparece. Um brinquedo com cara de “barato” e “bum”, as pessoas vão embora. O visitante gosta de se sentir prestigiado, especial. Gosta de sentir que a empresa gastou muito para fazê-lo feliz. Coisa que uma roda gigante mais alta não resolve. É necessário suor e sangue para conseguir esse efeito.

Então meus amigos, não era óbvio e nem sinais dos tempos o que houve. O passar dos dias não é justificativa para morte de uma empresa, seja ela qual for. Assim fosse, não teríamos empresas com mais de 200 anos e mais, se fosse uma característica do setor, Orlando era uma cidade fantasma.

Acho lamentável que isso tenha acontecido e mais lamentável que eu seja um dos poucos perplexos com a situação. E assim, vamos cada vez mais para Orlando, já que a cidade continua movendo nossos sonhos e alimentando nossas fantasias, ano a ano, sempre com uma coisa nova para vermos.

Descanse em paz, velho amigo.

PlayCenter

1973 – 2012

Fui roubado no exterior. E agora?

por TWISY - 9 de abril de 2012, 17:56 - Categoria: Cartão de Crédito, Dicas, Dinheiro, Passaporte, Viagem Internacional

Saiba o que fazer se você ficar sem passaporte, cartão de crédito ou telefone celular

Independente do destino, todo mundo está sujeito a ser furtado ou roubado em uma viagem. No início do mochilão de um mês por oito países da Europa, a administradora paulistana Amanda Botton, de 23 anos, e suas três amigas tiveram as mochilas furtadas em um albergue em Barcelona. Dentro delas havia máquinas fotográficas, carteiras e cartões de crédito, passaportes, entre outros objetos de valor.

“Quase pensamos em desistir e voltar para o Brasil, mas estávamos no início da nossa viagem”, lamenta a jovem. Ela e suas amigas perderam um dia fazendo boletim de ocorrência, cancelando cartão de crédito com ajuda dos pais no Brasil e resolvendo a documentação no consulado. Como iriam para outros países, os novos passaportes foram entregues no mesmo dia, mas tinham duração de seis meses.

“Foi um pesadelo”, conta a administradora. Se não dá para evitar completamente enrascadas como as da Amanda e suas amigas, é bom estar preparado para contornar os problemas.

Confira o que fazer se perder:

>>> Passaporte

Em uma viagem ao exterior, poucas coisas dão mais dor de cabeça do que ficar sem o seu passaporte. Se você teve o seu documento roubado, o primeiro passo é ir à delegacia mais próxima e fazer um boletim de ocorrência. Depois, deve-se ir pessoalmente ao consulado ou à embaixada mais próxima da cidade em que está para pedir um novo. (Confira os endereços dos consulados e embaixadas brasileiros)

Se você estiver em uma cidade sem representação brasileira, será preciso viajar até ao consulado mais próximo. Vale lembrar também que os órgãos consulares não abrem aos finais de semana e feriado, assim, a viagem poderá ser adiada por mais alguns dias.

Se você perdeu o passaporte pouco tempo antes do retorno ao Brasil poderá solicitar uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB) no consulado ou embaixada. O documento é gratuito e pode ser utilizado apenas uma vez para voltar ao País.

No entanto, se estiver no meio da viagem e for viajar para outros países, será preciso pedir um novo passaporte. Neste caso, será preciso pagar uma taxa para a confecção do documento, que custa geralmente o dobro do preço de renovação no Brasil, de R$ 156,07. Dependendo da urgência e da época do ano em que foi pedido, o documento pode ser entregue no mesmo dia ou em poucos dias. Vale lembrar que o prazo de validade do passaporte pode ser reduzido a critério da autoridade consular.

Para solicitar uma ARB ou um novo passaporte, o consulado costuma pedir alguns documentos, como o registro de ocorrência policial, documentos brasileiros originais ou fotocópias autenticadas, como RG ou a certidão de nascimento (ou de casamento) acompanhada de outro documento brasileiro com foto, que você poderá solicitar que alguém te mande uma cópia por fax do Brasil.

Uma forma de facilitar o processo é sempre ter uma cópia autenticada das páginas 1,2 e 3 do seu passaporte em outro local seguro (bolsa ou mala). Os consulados podem exigir ainda o título de eleitor e o certificado de reservista para os homens para um novo passaporte.

Outros documentos

Os consulados, no entanto, não poderão fornecer ou providenciar documentos como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Título de Eleitor e a Carteira de Identidade, que devem ser solicitados no Brasil. Se estiver utilizando o documento de identidade para viajar pela América Latina e este for roubado, depois de fazer o boletim de ocorrência, o consulado poderá lhe fornecer uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB).

>>> Celular

Se tiver o seu celular roubado, é preciso bloquear a linha ligando para o serviço de atendimento ao cliente ou pelo site das operadoras. Depois de suspensa, a linha poderá ser restituída comprando um chip novo nas lojas e agentes autorizados no Brasil.

Confira os telefones de atendimento no exterior:

CLARO
+ 55 11 9199-5555

OI
+55 21 2729-1301

TIM
+55 11 2847 6144

VIVO
+55 11 3056-8628

>>> Cartão de Crédito

Se o seu cartão de crédito foi roubado, é preciso comunicar a central de atendimento do banco emissor ou a bandeira do cartão e pedir o seu bloqueio. O número está gravado na parte de atrás do cartão e é importante anotá-lo em local diferente de onde guardará a carteira. Faça também um boletim de ocorrência notificando o fato.

Se for necessário, os bancos costumam oferecer cartão emergencial. Em alguns casos, é possível pedir o envio de dinheiro para emergência.

Veja o contato de algumas operadoras e como elas procedem:

Mastercard

Para clientes da Mastercard, o portador do cartão pode obter a troca de seu cartão perdido ou roubado até o dia seguinte nos Estados Unidos e em dois dias úteis nos demais países. O cliente poderá solicitar um adiantamento de dinheiro para emergências nos bancos conveniados à Western Union que será liberado em até uma hora.

Telefone:

Argentina – 0800-555-0507
Chile – 1230-020-2012
Colômbia -  01-800-912-1303
França – 0-800-90-1387
Itália – 800-870-866
México – 001-800-307-7309
Peru – 0-800-307-7309
Porto Rico e Caribe – 1-800-307-7309
Espanha – 900-97-1231
Venezuela – 0800-1-002-902
Estados Unidos e Canadá – 1-800-307-7309
Outros países – 1-636-722-7111

Visa

O serviço de atendimento no exterior da Visa irá repor o cartão em até três dias, dependendo do tipo de cartão. Se necessário, poderá ser providenciado um serviço de saque emergencial, mediante o crédito disponível e a aprovação do banco.

Telefone:

Para Visa Classic, Visa Gold, Visa Platinum e Visa Infinite
EUA/Canadá – 1-800-396-9665
Outros países – 1-303-967-1098 (a cobrar)

Para Visa Empresarial, Visa Corporativo e Visa Electron
1-800-847-2911 – Estados Unidos e Canadá
1-303-967-1096 – Outros países (a cobrar)

American Express

O prazo para entrega de um cartão emergencial da American Express no exterior varia entre 24h e 48 horas. A empresa não trabalha com envio de dinheiro emergencial, mas com um processo chamado Money Order (espécie de cheque administrativo) enviado ao endereço da pessoa pelo correio. Com o cheque mais a documentação a pessoa pode ir a um banco que possui carteira de câmbio para depósito e compensação do valor.

Telefone:

(+55) (+34) 2102-6266 (a cobrar)

Diners

A Diners envia um cartão de crédito provisório em caso de emergência em até 48 horas independente do local em que estiver. A empresa não possui serviço de envio de dinheiro em caso de emergência.

Telefone:

(+55) (11) 4001-4626 (a cobrar)

>>> Cartões de Débito Pré-Pago

Os cartões de débito pré-pago – como o Visa Travel Money, o Cash PassportAmerican Express Global Travel – e do traveller’s check (ou cheque de viagem) eles podem ser facilmente reembolsados em casos de roubo, furto ou perda.

- Cartão de débito pré-pago e Traveller´s Check

Se o seu cartão de débito pré-pago foi roubado, basta ligar imediatamente para a central de atendimento da operadora e solicitar o cancelamento do cartão. O cliente ainda pode requisitar um novo cartão ou saque emergencial de valores até o limite disponível no cartão gratuitamente. O prazo para a reposição do cartão varia de acordo com a região ou localidade onde o mesmo deverá ser entregue.

- Traveller’s Check

Os traveler checks ou cheques de viagem ainda são bem utilizados por terem seguro contra roubo. O turista é reembolsado em casos de perda, furto ou roubo pelo banco emissor esteja onde estiver em um ou dois dias.

Por Camila Sayuri, iG São Paulo

Veja quais são as cidades mais caras para turistas

por TWISY - 3 de fevereiro de 2012, 12:06 - Categoria: Dicas, Dinheiro, Viagem Internacional

Os suíços têm a sorte de ganhar bons salários que permitem viver confortavelmente em cidades como Zurique. Foto: Switzerland Tourism/Divulgação

De três em três anos, os economistas da empresa de finanças suíça UBS publica um estudo sobre preços e salários em diferentes cidades do planeta. No final de 2011, a última edição de 2009 foi atualizada com informações sobre 73 cidades. Baseado em diferentes indicadores, como o câmbio, o preço de restaurantes e quartos de hotéis, o estudo traz, entre outras informações, a lista das cidades mais caras para os turistas que as visitam.

Veja a seguir uma lista das quinze cidades mais caras do informe da UBS.

Oslo, Noruega: os preços da capital da Noruega são altos mas, pelo menos, consistentes. Desde 2006, Oslo ocupa o primeiro lugar na lista de cidades mais caras para turistas. O preço médio de um quarto de hotel chega a R$ 294 noite. E não é apenas o alojamento que pode pesar no bolso: uma garrafa de água mineral, por exemplo, custa frequentemente 6 dólares.

Zurique, Suíça: os suíços têm a sorte de ganhar bons salários que permitem viver confortavelmente em cidades tão caras quanto Zurique. Mas para os estrangeiros, o ritmo fica difícil de aguentar. Durante o verão, turistas visitam a cidade para aproveitar o Lago Zurique sob o sol. Durante o inverno, claro, a cidade é tomada por esquiadores em busca das belas pistas dos Alpes suíços. Na primavera e no outono, os preços caem um pouco, mas continuam salgados, e o preço médio de uma diária de hotel na cidade é de R$ 390.

Genebra, Suíça: apesar de não ter obtido o primeiro lugar, a Suíça conseguiu posicionar duas de suas principais cidades no pódio das cidades mais caras para turistas. Depois de Zurique, na segunda posição, é a vez de Genebra arrebatar o terceiro lugar, ultrapassando Copenhague. O valor do franco suíço é um dos principais motivos dos preços altos no país e, em Genebra, outra razão é o alto poder aquisitivo dos habitantes da cidade. O preço médio de uma noite de hotel em Genebra é de R$ 467.

Copenhague, Dinamarca: a capital da Dinamarca caiu apenas uma posição passando do terceiro ao quarto lugar na lista de cidades mais caras para se visitar. Na hora de passear pela capital, cheia de lojas de design, restaurantes gastronômicos e cafés aconchegantes, é preciso tomar cuidado para que o seu bolso não sofra demais. O preço médio para passar uma noite em um hotel de Copenhague é de R$ 303.

Estocolmo, Suécia: num contexto difícil para o velho continente, a Suécia conseguiu amenizar os efeitos da crise econômica europeia. A forte economia do país fez com que sua capital, Estocolmo, passasse do 16º lugar em 2009 ao 5º lugar em 2011. Em média, uma noite de hotel na capital sueca custa R$ 330.

Tóquio, Japão: a imensidão de Tóquio vem acompanhada de uma característica que não escapa aos olhos (e bolsos) dos visitantes. Tóquio é uma cidade muito cara: apesar de ser possível alimentar-se e passear sem gastar demais, conseguir um hotel razoável acaba pesando bastante no bolso. Um quarto de hotel na capital japonesa custa, em média, R$ 284 por noite. Em 2012, em consequencia do violento terremoto que abalou o país em 2011, os preços devem cair.

Sydney, Austrália: em 2009, Sydney ocupava a 36ª posição do ranking das cidades mais caras para visitar. Desde então, a cidade subiu de maneira notável, atingindo atualmente o sétimo lugar. O principal motivo foi a valorização do dólar australiano, que levou ao aumento de preços como os de restaurantes e hotéis, com quartos que atingem, em média, R$ 300 por noite.

Helsinque, Finlândia: até agora, a Finlândia se manteve relativamente protegida da crise econômica europeia, e sua capital, Helsinque, encontra-se na oitava posição na lista dos países mais caros para turistas. Mas alguns relatórios recentes mostraram que a recessão pode estar atingindo o país, o que pode fazer de Helsinque uma cidade mais acessível nos próximos meses. O preço médio de um quarto de hotel é de R$ 284 por noite.

Toronto, Canadá: houve uma época na qual americanos vivendo perto do Canadá cruzavam a fronteira para aproveitar os preços baixos devidos ao câmbio favorável entre o dólar americano e o dólar canadense. Mas hoje as coisas mudaram: o dólar canadense se valorizou e os preços subiram. Toronto, maior cidade do Canadá, passou do número 31 ao número 9 entre 2009 e 2011 no ranking de cidades mais caras. Um quarto de hotel em Toronto custa, em média, R$ 230.

Cingapura: enquanto a Europa e os Estados Unidos lutam contra a crise, Cingapura não tem do que reclamar. A moeda do micro estado, o dólar de Cingapura, ganhou força nos últimos anos, o que fez com que os preços aumentassem. Cingapura ganhou quatorze posições desde 2009 na lista de cidades mais caras para os turistas. Apesar de ainda existirem alguns pequenos hotéis relativamente baratos, o preço médio de uma diária de hotel é de R$ 355.

Viena, Áustria: Viena é uma das capitais mais belas da Europa, mas também uma das mais caras. Apesar de ter caído algumas posições em relação a 2009 na lista das cidades mais caras, a capital austríaca tem preços altos para turistas, e é difícil encontrar pechinchas na hora de alugar um quarto de hotel. A média do preço das diárias de Viena é de R$ 212, e muitos habitantes locais recomendam a alternativa de alugar um apartamento.

Paris, França: nos últimos anos, Paris viu uma queda em seus preços, devido principalmente à crise que afeta também a França. Mas a capital francesa não deixa de ter preços salgados, e o euro ainda está muito valorizado, afetando sempre os bolsos dos turistas de passagem no local. A média para passar uma noite em um hotel da Cidade Luz é de R$ 330.

Luxemburgo: pequeno país situado entre a França, a Bélgica e a Alemanha, Luxemburgo tem belos castelos e vinhedos. Mas o país é também um dos mais caros da União Europeia e, apesar de ter alguns albergues que permitem economizar alguns euros, a média do preço das diárias de Luxemburgo é de R$ 435.

Nova York, Estados Unidos: Nova York é conhecida por seus arranha-céus, suas incontáveis lojas e seu estilo descolado e inconfundível. Mas, apesar de seus preços terem baixado por conta da crise, e de a cidade ter caído do 6º ao 14º lugar na lista, Nova York ainda é a cidade mais cara dos Estados Unidos, e a média diária para passar uma noite num hotel nova-iorquino é de R$ 430.

Londres, Inglaterra: há poucos anos, Londres assustava os turistas com seus preços altos, com a libra que era muito forte frente às outras moedas. Mas apesar de a moeda inglesa ter perdido bastante valor e os preços terem caído, Londres é uma cidade cara, com um câmbio desfavorável para os turistas. Um quarto de hotel na capital inglesa sai, em média, R$ 308.

FONTE: Terra Turismo

Taxa de embarque ficará R$ 0,91 mais cara nos principais aeroportos do país

por TWISY - 1 de fevereiro de 2012, 12:58 - Categoria: Dicas, Dinheiro, Economia, Transporte Aéreo

O Diário Oficial da União publicou na terça (31) resoluções da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) referentes ao reajuste anual das tarifas aeroportuárias de embarque, pouso e permanência, pagas pelas companhias aéreas aos administradores dos aeroportos nas operações de pouso, decolagem e permanência nos pátios dos terminais. De acordo com uma das normas, ficará R$ 0,91 mais cara a taxa de embarque paga pelo passageiro nos aeroportos classificados na Categoria 1.

Fazem parte da lista, os terminais localizados em Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Campinas, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

O reajuste ocorre anualmente e é calculado por meio da aplicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A metodologia de cálculo e o valor a ser aplicado no reajuste das tarifas aeroportuárias (de embarque, pouso e permanência) foram estabelecidos para os anos de 2012 e 2013.

Fonte: Viaje Aqui

Com real valorizado, número de brasileiros que vão a Nova York sobe 77% em 2010

por TWISY - 30 de setembro de 2011, 19:28 - Categoria: Compras, Dinheiro, Viagem Internacional

Entre 2009 e 2010, foi verificado um aumento de 77% no número de brasileiros que viajaram com destino à cidade de Nova York. Com isso, no ano passado, a cidade liderou a lista de destinos norte-americanos mais visitados pelos brasileiros.

De acordo com a NYC & Company, responsável pelo marketing e promoção de Nova York, os fatores que impulsionaram as visitas dos brasileiros foram sobretudo a valorização do real e os preços competitivos dos pacotes de viagem.

Gastos de US$ 1,6 bilhão
Além de preferir Nova York quando decidem ir à América do Norte, os brasileiros gastam bastante por lá. Em 2010, o País conquistou a posição de mercado internacional que mais gasta na cidade. Só para se ter uma ideia, o lucro que os nortes-americanos tiveram com os brasileiros em Nova York foi de US$ 1,6 bilhão.

A NYC & Company ainda afirmou que, de acordo com os dados do Departamento de Comércio dos EUA, o gasto médio diário dos brasileiros é de US$ 450 ou US$ 2.600 por viagem.

Os setores que mais atraem o interesse dos visitantes são os de entretenimento, como shows, concertos e musicais, além de museus e locais históricos, gastronomia e compras. “O grande trunfo da cidade é que, com maior popularização, os visitantes retornam”, observa a companhia.

Repetindo o destino
Foi constatado ainda que boa parte dos brasileiros que vão aos EUA não estão visitando o país pela primeira vez. Cerca de 71% dos brasileiros que chegam à cidade já haviam visitado o local anteriormente.

Em média, cada brasileiro que vai aos EUA já realizou 4,8 viagens ao país em cinco anos. Em relação ao tempo de ocupação, são gastos cerca de 6 a 7 dias na cidade de Nova York. Entre 2010 e os primeiros meses de 2011 o fluxo aéreo para Nova York, saindo do Brasil, aumentou 20%, observa a NYC.

FONTE: UOL

Falha nossa? Novas Regras da Alfândega.

por Renato De Vuono - 27 de junho de 2011, 20:12 - Categoria: Alfandega, Comportamento, Compras, Consumidor, Debate, Dicas, Dinheiro, Economia

Salve amigos.

Recentemente me deparei com uma informação diferente daquela que publiquei aqui sobre as novas regras alfandegárias. Pelo que consta, só se pode trazer 1 relógio de pulso e não 3 como eu havia dito.

Mas para provar que não sou louco, nosso governo é tosco e nossa imprensa não ajuda, segue a matéria da toda poderosa Revista Viagem e Turismo que serve para mostrar que não tirei essa informação do além.

http://viajeaqui.abril.com.br/manual-viajante/compras-exterior.shtml

Seja como for, a cota continua para lá de defasada e a lei muito antiquada.

Abraço a todos e boa viagem.

NY é aqui.

por Renato De Vuono - 15 de abril de 2011, 14:40 - Categoria: Comportamento, Consumidor, Debate, Dinheiro, EUA, Economia, Hotéis, Sem categoria, Turismo

Olá amigos.

Você é uma daquelas pessoas que, acostumadas com os preços de hotéis no “resto” dos Estados Unidos, acha um absurdo o preço das diárias da rede hoteleira em Nova Iorque? Você sente calafrios quando vê hotéis em Orlando por mais de USD 70? Pois é, eu também.

Mas, recentemente comecei a rever meus conceitos ao precisar me hospedar em Marília, interior de São Paulo. Ao pagar R$ 160,00 para ficar em hotel bem “mais ou menos”, que nem sequer restaurante e serviço de quarto tinha, cujo café da manhã era pior que do Ibis e, para finalizar, tinha diárias de balcão de R$ 215,00 para o apartamento standard, algo aconteceu. Resolvi fazer algo que jamais fizera quando me hospedo no Brasil: converter a diária para dólar, e aí veio o susto: 94 dólares para me hospedar em Marília?! Tem algo errado com o mundo.

Com o mesmo valor em Orlando hospeda-se em hotéis de primeira linha, com uma extensa lista de itens de lazer, ou até, dependendo da época, dentro dos hotéis do complexo Disney. Com muita procura, é possível se hospedar em um hotel simples em NY. Ok, em um hotel simples, mas em NY! E não em Marília.

E aí comecei analisar nossa rede hoteleira. Paga-se em média R$ 150,00 para se hospedar em um Ibis (para lá de despojado) em São Paulo, capital; são 90 dólares! Ora bolas, porque faço tanta economia com hotel toda vez que vou a Flórida, sendo que há tantos hotéis bacanas lá e mais baratos que nossos Ibis?

Veja, uma diária em um Resort no nordeste pode custar apartir de R$ 800,00, e em alguns, nem tem tudo incluído. Estamos falando em quase 500 dólares. Por esse valor é possível ficar em uma suíte bacana no Grand Floridian dentro da Disney, que é o hotel mais caro do complexo, com direito a spa, club level e tudo mais. Não da para comparar as o Walt Disney World Resort com a Costa do Sauípe, por mais diferentes que estes sejam entre si.

Ou ainda, dá para ficar no Waldorf Astoria, o hotel de luxo mais clássico de NY e ainda sobra troco ou até, no Burj Al Arab em Dubai (via operadora), considerado o hotel mais bacanudo do mundo.

Em resumo: quando falamos que a hotelaria mais cara do mundo está em NY ou Paris, estamos errados. A hotelaria mais cara do mundo e com o pior custo benefício é a brasileira.

Nunca mais vou comprar hotéis no exterior da mesma maneira.

Pense nisso em sua próxima viagem e se permita ter um pouco mais de conforto, senão, vai acabar deixando o que economizou nos “Ibis da vida” a próxima vez que tiver de ir a qualquer lugar do Brasil.

Um abraço e boa estada.

Alerta: Petróleo Pressionará Passagem Aérea

por guigoes - 16 de março de 2011, 22:14 - Categoria: Compras, Consumidor, Dinheiro, Economia, Transporte Aéreo, Viagem Internacional, Viagem Nacional

Devido os conflitos na Líbia e nos países vizinhos ao norte da África já podemos observar altas no preço do petróleo de US$ 84 contra superação da marca dos US$ 100 o barril. Em detrimento deste aumento, a Petrobras reajustou o Querosene de Aviação (QAV) em 6,52%, a maior alta desde julho de 2009. Este efeito será sentindo pelos consumidores uma vez que as cias aéreas já se preparam para elevar os preços das passagens. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), o reajuste não será imediato  mas acontecerá nos próximos meses.

Viagens corporativas já são mais da metade do turismo

por guigoes - 16 de março de 2011, 22:05 - Categoria: Consumidor, Dinheiro, Economia, Escolha de destinos, Sem categoria, Turismo, Viagem Nacional

As viagens de negócios já representam mais da metade de toda a movimentação turística no País, e o trânsito dos executivos e empresários deve aumentar este ano. A perspectiva é que o segmento de viagens corporativas ostente números graúdos no Brasil em 2011, ao crescer 8,5% e alcance R$ 23 bilhões em receita. Ano passado, se levar em conta o efeito multiplicador que tais viagens têm na economia, a cifra atinge o parâmetro de R$ 40,09 bilhões, considerando as receitas operacionais de transporte aéreo, hospedagem e locação de veículos. O valor em questão equivale a 56,67% de toda a movimentação turística no País, afirma a pesquisa encomendada pela Associação Brasileira dos Gestores de Eventos e Viagens Corporativas (Abgev).

“Por muito tempo, viagem corporativa era confundida com turismo. O viajante profissional está a trabalho. Na verdade, nós acabamos por subsidiar o preço das tarifas aéreas para o turismo de lazer”, avança Viviânne Martins, presidente da Abgev. Termômetro interessante é o do governo federal, com gastos 30% maiores em 2010 que no ano anterior, em viagens, sendo cerca de R$ 1,7 bilhão. “Há forte expertise no segmento para atender a esta demanda do poder público, o que será benéfico a ambas as partes”, diz o presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), Francisco Leme. Mas alerta que as deficiências na infraestrutura criam problemas ao segmento.

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