O melhor da cidade do Panamá

por TWISY - 19 de janeiro de 2012, 14:03 - Categoria: Compras, Turismo, Viagem Internacional

Famoso pelo canal de mesmo nome, país proporciona agitação, história e boas compras

Programas tão diferentes quando idas ao cassino,  fazer um pequeno percurso de barco pelo canal do Panamá ou visitar uma tribo indígena convivem sem atritos neste pequeno país da América Central que adotou o dólar americano como moeda e fala inglês com bastante fluência.

Mais famoso pelo canal do que por qualquer outra atração, o Panamá tenta diversificar as opções turísticas para atrair visitantes do mundo todo dispostos a contribuir para a sua já acelerada revitalização. O lugar é praticamente um canteiro de obras e já foi muito mais. Desde 1999, quando os panamenhos conseguiram recuperar o canal do Panamá, que estava em poder dos americanos, o país parece ter desenvolvido o equivalente a quase um século em pouco mais de 10 anos.

Muitas das atrações turísticas no Panamá giram em torno de seu famoso canal

Do Caribe para o Pacífico
Sem dúvida o passeio de mais apelo aos viajantes é a travessia de barco no Canal do Panamá. Depois de fazer o registro na Ilha Flamenco, os turistas seguem de ônibus para a entrada do canal, que liga o mar do Caribe ao oceano Pacífico.

Duas empresas fazem esse passeio:  Canal Bay ToursPanama Marine Adventures. É aconselhável que o turista verifique dias e horários disponíveis com antecedência já que as vagas são limitadas. Uma vez por mês é oferecido um passeio de oceano a oceano.

O passeio consiste em atravessar duas das três eclusas que fazem parte do canal. Na de Pedro Miguel o nível da água desce 10 metros. Logo depois chega a eclusa de Miraflores, dividida em duas partes. A primeira desce mais 10 metros e a segunda, seis metros. Cada etapa dura, em média, sete minutos. O passeio dura cerca de duas horas e meia, sem contar deslocamentos.

Antes de voltar ao hotel, ainda é possível circular pelas antigas vilas militares dos americanos, logo ao lado das eclusas, hoje transformadas em bairros civis.

“Casco viejo”

Catedral Metropolitana do Panamá fica na charmosa parte velha da cidade

Conhecer a parte murada da cidade do Panamá, ou “casco viejo” como é conhecida localmente, é obrigatório. Ali, muitas casas estão sendo restauradas, mas outras muito mal conservadas mostram um pouco da história de decadência e o atual esforço de revitalização do país.

O local destoa do restante da cidade. Suas ruas estreitas mostram elegantes e floridas varandas, e lindas construções como a Catedral Metropolitana com sua inconfundível influência espanhola. Logo depois o visitante pode ir rumo às ruínas, conhecidas como Panamá La Vieja, local que foi destruído pelo pirata Henry Morgan em 1671 e abriga um interessante sítio arqueológico. O tour termina na parte moderna da cidade onde os turistas podem admirar a enorme quantidade de altos (e novo) edifícios construídos beirando o mar.

Índios
Quem quiser um pouco mais de contato com a natureza, sem partir rumo às ilhas, pode aproveitar para tomar um banho de cachoeira durante a visita à aldeia dos índios Embera, que vivem do artesanato e do turismo.

O passeio começa descendo o rio em uma canoa indígena por aproximadamente trinta minutos. Depois são outros vinte minutos de caminhada exigente até a cachoeira. Um rápido mergulho e já é hora de ir visitar a tribo.

Danças indígenas e barracas de artesanato marcam a segunda parte do programa. Logo depois da chegada dos turistas, o almoço é oferecido: um pedaço de peixe frito e patacones, que são fatias de banana amassadas e fritas. Depois de um rápido tour pelas casas feitas de palha já é hora de voltar para a cidade. A viagem dura mais de duas horas de carro.

Compras

A Zona Livre de Colón é uma boa opção para quem quer comprar em atacado

Muitos turistas reservam pelo menos um dia da visita ao Panamá para conhecer os grandes centros de compras, que rivalizam com  Miami. O ideal é optar por apenas um local e passar o restante do dia lá. Os shoppings são grandes e com muitas lojas a serem percorridas. Apenas o gigante Albrook Mall tem mais de 500 opções.

Os que estiverem interessados em fazer compras no atacado deverão reservar um dia todo para conseguir visitar a Zona Livre de Colón, conhecida pela quantidade de comerciantes e a ausência da cobrança do imposto de 7% que todos pagam nas lojas fora da região.

Para terminar a viagem com boas recordações gastronômicas, o visitante pode provar o menu degustação do ótimo Manolo Caracol que traz um toque oriental aos cardápios dominados por peixes e frutos do mar. Mas vá preparado, já que o jantar pode se alongar por mais de três horas.

FONTE: IG

Roteiro de compras em Miami

por TWISY - 17 de janeiro de 2012, 11:56 - Categoria: Compras, Dicas, EUA, Turismo, Viagem Internacional

Como milhões de brasileiros já sabem por experiência própria, Miami é uma perdição para os shopaholics. Afinal, mesmo após as contas de conversão, roupas de grife, eletrônicos e cosméticos importados continuam mais baratos na terra do Tio Sam.

Outlets, shopping centers e lojas arrojadas brotam de rua em rua, com vitrines que parecem implorar para que você entre. E, a cada letreiro “On Sale” (em promoção), fica mais difícil deixar a cidade de malas e sacolas vazias.

Com opções para todos os tipos de público, selecionamos cinco roteiros de compras para você se aventurar por Miami. Há opções para os que buscam pechinchas, roupas de grife, produtos descolados e para os que gostam de perambular pelas ruas. Selecionamos também locais para a compra de eletrônicos.

Antes de você estourar o limite do cartão de crédito, vale lembrar que a cota permitida para compras é de US$500. Acima deste valor é cobrado imposto de 50% sobre as importações.

É hora de sair às compras!

PECHINCHAS

Dolphin Mall, próximo ao aeroporto de Miami

O outlet Dolphin Mall possui pontas de estoque de marcas como Levi’s e Polo Ralph Loren
Boa parte da fama de Miami como paraíso das compras deve-se aos seus outlets. Mas eles não ficam nos bairros badalados de Miami, e sim nas cidades vizinhas. No entanto, o acesso até eles é fácil. Pode-se ir de carro, ônibus, trem e van.

O maior e mais visitado deles é o Sawgrass Mills, a cerca de 50 quilômetros de Miami, nos subúrbios de Fort Lauderdale. Com 350 lojas, não importa o que estiver procurando, é bem provável que encontre por lá. Com tantas opções, o melhor é pegar um mapa e ir direto às pontas de estoque que lhe interessam, como Nike, Gap, Burberry e Victoria’s Secret.

Já o Dolphin Mall tem a vantagem de estar um pouco mais perto do centro Miami, a cerca de 8 quilômetros do aeroporto. São 240 opções de lojas, com marcas como Polo Ralph Lauren, Banana Republic, Tommy Hilfiger, todas com um descontão. São várias opções de restaurantes e fast-foods, além de cinema e boliches.

Em Florida City, a 30 minutos de Miami, há também uma filial da rede de Outlets Prime, que conta com cinco lojas só na Flórida. Pequeno comparado com o Sawgrass Mills e o Dolphin Mall, possui cerca de quarenta lojas, espalhadas em uma área aberta.

LUXO

As grandes grifes de moda e joias se concentran no Bal Harbour Shops

Para quem quer aproveitar Miami para encher as sacolas com roupas das principais grifes de alta-costura, também sobram opções. Uma meca do consumo de luxo é o Bal Harbour Shops, na Avenida Collins, ao norte de Miami Beach.

Lá estão algumas das mais renomadas marcas, como Christian Dior, Gucci, Prada, Versace eTiffany & Co. Com bosques, laguinho e obras de arte, nem parece um shopping center.

O Village of Merrick Park é outro destino para quem gosta de etiqueta e pode pagar por isso. São três andares com mais de 100 lojas, como Carolina Herrera, Jimmy Choo, Burberry, Diane Von Furstenberg e Gucci. Elas ficam de frente para um jardim descoberto, com palmeiras e fonte.

Com opções de lojas menos agressivas ao bolso, o Aventura Mall tem a vantagem da boa variedade de marcas, com mais de 250 estabelecimentos.

FASHION

Para os fashionistas de plantão, Miami traz opções de lojas com roupas descoladas, vintages e underground para quem quer ditar moda. A C.Madeleine’s, em North Miami, traz em um showroom de 10 mil metros quadrados de roupas, acessórios e objetos de décadas passadas. As peças podem ser de segunda mão, mas custam tanto quanto novas. Há marcas como ChannelGucci e Delacroix.

O bairro Design District, no Norte de Miami, é reduto de descolados e artistas. Lá, você irá encontrar galerias de arte, showrooms de móveis, artigos para decoração, bares, restaurantes e butiques de roupas e acessórios modernos.

Um dos destaques do Design District é a loja Rebel, com roupas transadas, bastante procuradas por jovens, com marcas como La Rok, Grimaldi, Black Halo, Mara Hoffman e Alice & Olivia. Algumas peças têm o preço bem salgado, mas dá para encontrar promoções.

A loja multimarcas Intermix, com duas lojas em Miami, uma delas dentro do shopping Bal Harbour, reúne estilistas da nova safra como Stella McCartney, Jay Godfrey, Zagliani, Zac Posen, Yigal Azrouel, que dividem espaço com alguns nomes consagrados do mundo da moda. É o lugar para quem quer o último conceito em estilo. Quem sabe durante a sua visita, você não encontra por lá alguma celebridade pop.


LOJAS DE RUA

Os sete quarteirões da Lincoln Road possuem acesso fechado para carros e são cheias de lojinhas

Para você que detesta os ambientes fechados de shopping, o negócio mesmo é bater perna na rua. Os sete quarteirões da Lincoln Road são uma boa pedida em Miami Beach. A rua teve o tráfico fechado para carros em 2006, tornando o local um centro de compras ainda mais atrativo.

Ela é toda arborizada, com fontes e espelhos d’água. Além de marcas conhecidas, dá para encontrar lojas independentes, não instaladas nos shoppings e outlets. Conta ainda com restaurantes, café, galerias de arte e cinema.

A avenida mais conhecida de Miami, a Collins Avenue, atravessa Miami Beach de norte a sul. Ao longo dela, há restaurantes, hotéis e, claro, bons locais para compras. As lojas estão concentradas principalmente entre a 5th Street e 9th Street. Tem Levi`s, Puma, A/X Armani Exchange, Sephora, Urban Outfitter, entre outras.

Na Miracle Mile (SW 24th Street) e nas ruas arredores, no centro de Coral Gables, o turista encontra lojinhas, restaurantes e cafés e salões de cabeleireiros. Destaque principalmente para as lojas de moda noiva, com vestidos, acessórios e peças de decoração. Se você está pensando em se casar, este é o lugar para ir.

O bairro Coconut Grove é bem gostoso para se passear a pé ou de bicicleta, com suas ruas enfeitadas com palmeiras, cafés e restaurantes, além de lojas de roupas e acessórios. Lá você encontra o belo shopping a céu abertoCocoWalk.

ROTA DOS ELETRÔNICOS
Para quem está interessado em trazer na bagagem uma câmera, um iPod ou um videogame, dá para encontrar boas barganhas nas grandes redes.

Na Best Buy, além da grande quantidade de produtos, há várias promoções. Concorre com a BrandSmart, que oferece grandes descontos para seus clientes. A CompUSA tem uma boa variedade de computadores, além de vender vários outros eletrônicos.

Outra opção para encontrar eletrônicos com bons preços é nas grandes redes de supermercado, como Wal-Mart, K-Mart e Target. Lá, é possível achar algumas barganhas.

É possível ainda encontrar em Downtown, distrito financeiro da cidade, várias lojinhas de eletrônicos com preços reduzidos. Mas é bom tomar cuidado para o barato não sair caro. Várias têm fama de vender produtos com defeito.

ENDEREÇOS:

Sawgrass Mills – 12801 West Sunrise Blvd, Broward County

Dolphin Mall - 11401 Northwest 12th Street, Miami

Prime Outlets – 250 East Palm Drive, Florida City

Bal Harbour Shops – 1700 Collins Avenue, 96th Street, Bal Harbour

Village of Merrick Park – 358 San Lorenzo Avenue, Ponce de León Boulevard, Coral Gables

Aventura Mall – 19501 Biscayne Boulevard, na NE 196th Street, Aventura

Dadeland Mall – 7535 SW 88th Street, SW 72nd Avenue, South Miami

C Madeleine’s – 13702 Biscayne Boulevard, 137th Street, North Miami

Rebel – 6669 Biscayne Blvd, Miami, FL

Intermix – 634 Collins Avenue, 6th Street, South Beach. Outra unidade no shopping Bal Harbour.

Fonte: IG Turismo

Receita simplifica vida dos passageiros

por TWISY - 21 de dezembro de 2011, 21:18 - Categoria: Alfandega, Compras, Turismo, Viagem Internacional

A Receita Federal anunciou nesta quarta, 21 de dezembro, mais medidas de desburocratização. Desta vez foram tomadas medidas que facilitam a vida dos passageiros que viajam ao exterior.

Em coletiva, o secretário da Receita Federal do Brasil, Carlos Alberto Barreto, informou que a partir do próximo dia 1º de janeiro os contribuintes que não têm bens a declarar estarão dispensados de entregar a Declaração de Bagagem Acompanhada – DBA. Ele explicou que o documento será entregue apenas por aqueles obrigados a se dirigirem para o “canal vermelho” ou em casos especiais, solicitados pelos órgãos de controlesanitário. “A medida vai facilitar bastante a vida dos passageiros quando do desembaraço de mercadorias na chegada ao país”, esclareceu Barreto.

A Receita calcula que as novas regras, que estão na IN 1.217, publicada hoje no DOU, ajudarão a desafogar o fluxo de passageiros nos aeroportos, já que 90% dos viajantes trazem bens dentro da cota de US 500,00 e estarão desobrigados a entregar a DBA.

Em 2013, pelo celular

O secretário Barreto anunciou também que a partir de janeiro de 2013 os passageiros obrigados a preencher a DBA poderão fazê-lo pelos aparelhos móveis e enviar a Receita on line. Ele disse que as medidas tomadas desde o ano passado estão ajudando muito a descomplicar a vida dos contribuintes nos aeroportos. “No ano passado deixamos de exigir a declaração de saída para equipamentos levados pelos passageiros para o exterior. Agora a maioria deixa de preencher a DBA. Em junho, quem tiver imposto a pagar na chegada ao Brasil poderá recolher o tributo por cartão de débito, e posteriormente,de crédito. Por último, em 2013 a DBA poderá ser preenchida por celulares ou tablets”, explicou Barreto.

Fonte: Receita Federal

Com real valorizado, número de brasileiros que vão a Nova York sobe 77% em 2010

por TWISY - 30 de setembro de 2011, 19:28 - Categoria: Compras, Dinheiro, Viagem Internacional

Entre 2009 e 2010, foi verificado um aumento de 77% no número de brasileiros que viajaram com destino à cidade de Nova York. Com isso, no ano passado, a cidade liderou a lista de destinos norte-americanos mais visitados pelos brasileiros.

De acordo com a NYC & Company, responsável pelo marketing e promoção de Nova York, os fatores que impulsionaram as visitas dos brasileiros foram sobretudo a valorização do real e os preços competitivos dos pacotes de viagem.

Gastos de US$ 1,6 bilhão
Além de preferir Nova York quando decidem ir à América do Norte, os brasileiros gastam bastante por lá. Em 2010, o País conquistou a posição de mercado internacional que mais gasta na cidade. Só para se ter uma ideia, o lucro que os nortes-americanos tiveram com os brasileiros em Nova York foi de US$ 1,6 bilhão.

A NYC & Company ainda afirmou que, de acordo com os dados do Departamento de Comércio dos EUA, o gasto médio diário dos brasileiros é de US$ 450 ou US$ 2.600 por viagem.

Os setores que mais atraem o interesse dos visitantes são os de entretenimento, como shows, concertos e musicais, além de museus e locais históricos, gastronomia e compras. “O grande trunfo da cidade é que, com maior popularização, os visitantes retornam”, observa a companhia.

Repetindo o destino
Foi constatado ainda que boa parte dos brasileiros que vão aos EUA não estão visitando o país pela primeira vez. Cerca de 71% dos brasileiros que chegam à cidade já haviam visitado o local anteriormente.

Em média, cada brasileiro que vai aos EUA já realizou 4,8 viagens ao país em cinco anos. Em relação ao tempo de ocupação, são gastos cerca de 6 a 7 dias na cidade de Nova York. Entre 2010 e os primeiros meses de 2011 o fluxo aéreo para Nova York, saindo do Brasil, aumentou 20%, observa a NYC.

FONTE: UOL

A lei da compra no Duty Free Shop

por TWISY - 29 de setembro de 2011, 9:00 - Categoria: Alfandega, Compras, Turismo, Viagem Internacional

Compras em Loja Franca (Duty Free Shop)

  • O viajante pode adquirir, com isenção de tributos, nas lojas francas (duty free shops) dos portos e aeroportos, após o desembarque no Brasil e antes de sua apresentação à fiscalização aduaneira, mercadorias até o valor total de U$ 500.00. Esse valor não é debitado da cota de isenção de bagagem a que o viajante tem direito.
  • Além do limite global de U$ 500.00, as mercadorias adquiridas nas lojas francas estão sujeitas aos seguintes limites quantitativos:

24 unidades de bebidas alcoólicas, observado o quantitativo máximo de 12 unidades por tipo de bebida

20 maços de cigarros de fabricação estrangeira

25 unidades de charutos ou cigarrilhas

250g de fumo preparado para cachimbo

10 unidades de artigos de toucador

3 unidades de relógios, máquinas, aparelhos, equipamentos, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos

  • Menores de 18 anos, mesmo acompanhados, não podem adquirir bebidas alcoólicas e artigos de tabacaria.
  • Bens adquiridos nas lojas francas do Brasil, no momento da partida do viajante para o exterior, nas lojas duty free no exterior e os adquiridos em lojas, catálogos e exposições duty free dentro de ônibus, aeronaves ou embarcações de viagem têm o mesmo tratamento de outros bens adquiridos no exterior, passando a integrar a bagagem do viajante. Em resumo, essas mercadorias não aproveitam do benefício da isenção concedido às compras nas lojas francas do Brasil, efetuadas no momento da chegada do viajante.

Fonte: Receita Federal


Veja regras para não exceder o peso da bagagem

por TWISY - 18 de agosto de 2011, 11:53 - Categoria: Compras, Dicas, Viagem Internacional

Voos para os Estados Unidos e Europa são mais rígidos, principalmente em relação a líquidos ou gel na mala de mão. Não é aconselhável nem levar perfumes. No voo do Brasil para os Estados Unidos ou Europa é sempre permitido despachar duas malas de 32 kg

É difícil se livrar das tentações das compras nas viagens. Mas tome cuidado para não ter problemas na hora de voltar para casa e tenha certeza dos limites de bagagem que pode levar nos voos. A regra varia conforme a localidade e a companhia aérea escolhida.

Para voos nacionais não há muitas variações. É permitida uma mala de mão de 5 Kg e uma mala despachada com até 23 kg. Caso o peso seja ultrapassado, é cobrada uma taxa de 0,5% do valor da tarifa por quilo excedido. Os voos para a América do Sul seguem regras parecidas. Mas a TAM permite, por exemplo, que os viajantes carreguem até quatro garrafas de vinho nas malas de mão em voos para a Argentina e o Chile. Já a Lan Chile abre exceção para apenas duas garrafas.

Voos para os Estados Unidos e Europa são mais rígidos, principalmente em relação a líquidos ou gel na mala de mão. Não é aconselhável nem levar perfumes. No voo do Brasil para os Estados Unidos ou Europa é sempre permitido despachar duas malas de 32 kg. O problema é a armadilha em que você pode cair se utilizar algum voo interno.

De duas malas de 32 kg você passa a poder apenas carregar uma mala de 23 kg. No caso dos Estados Unidos, as companhias ainda cobram uma tarifa de US$ 50 por mala despachada. É lei. Mas a mala de mão é generosa. Pode ter até 18 kg em território americano.

Por outro lado, as companhias chamadas “low fare” (de preços baixos) europeias – Easy Jet, Air Berlim, Sterling e outras são bem rígidas com a bagagem de mão. Na hora do check in elas pesam para saber se a mala está dentro das regras. E não adianta tentar o jeitinho brasileiro para embarcar com uma mala, uma mochila, uma sacola de loja com comprinhas, bolsa de laptop… Elas só permitem um item. Todo o resto é pago.

FONTE: TERRA

FOTO: GETTY IMAGES

Falha nossa? Novas Regras da Alfândega.

por Renato De Vuono - 27 de junho de 2011, 20:12 - Categoria: Alfandega, Comportamento, Compras, Consumidor, Debate, Dicas, Dinheiro, Economia

Salve amigos.

Recentemente me deparei com uma informação diferente daquela que publiquei aqui sobre as novas regras alfandegárias. Pelo que consta, só se pode trazer 1 relógio de pulso e não 3 como eu havia dito.

Mas para provar que não sou louco, nosso governo é tosco e nossa imprensa não ajuda, segue a matéria da toda poderosa Revista Viagem e Turismo que serve para mostrar que não tirei essa informação do além.

http://viajeaqui.abril.com.br/manual-viajante/compras-exterior.shtml

Seja como for, a cota continua para lá de defasada e a lei muito antiquada.

Abraço a todos e boa viagem.

Flash de viagem – como tirar aquela foto?

por Renato De Vuono - 23 de junho de 2011, 14:12 - Categoria: Comportamento, Compras, Consumidor, Câmeras, Dicas, Disney, EUA, Florida, Fotografia, Free Shop, Orlando, Turismo, Viagem Internacional, Viagem Nacional

Uma parte importante de nossas viagens é a documentação do que vimos em fotos e vídeos, não é mesmo?

E é verdade que a maioria das pessoas lamenta fotos perdidas, desfocadas ou que não saíram exatamente da maneira que queriam. Isso acontece principalmente com fotos noturnas, onde o fundo fica escuro e a pessoa na frente parece um fantasma; o que era para aparecer de fato, não apareceu.

É verdade que com a tecnologia as fotos estão cada vez melhores e nós, amadores, cada vez mais próximos dos profissionais, de certa forma. Mas ainda há o que se aprender para fazer “aquela foto” noturna.

O primeiro é o item fundamental: a câmera. Uma câmera boa é 70% do caminho andado. Não estou falando de câmeras caríssimas, estou falando de equipamentos de US$ 300,00, no máximo. Câmeras com um bom zoom óptico, boas lentes e de marcas confiáveis.

Algumas dicas são: Sony Cyber-shot HX9V ou a Panasonic Lumix ZS10T. Com destaque para a Lumix que usa lentes Leica. A Sony, infelizmente, deixou de usar as lentes Carl Zeiss.

Agora vamos as fotos, a dica é bastante simples: usar o sistema inteligente da câmera, se ele não resolver, usar o modo de seleção de cena adequado. Veja as fotos abaixo:

As duas fotos foram tiradas do mesmo lugar, na mesma hora, porém há um diferença nítida entre as duas; a primeira ficou escura. Nenhuma das duas está lá grande coisa, é verdade, mas servem para ilustrar o que quero dizer.

Qual o segredo? Nenhum. Em ambas a câmera estava no modo “inteligente” que seleciona a cena automaticamente de acordo com a luz, entre outras coisas. A diferença é que, na primeira, o flash estava ligado e na segunda não. Com o flash ligado o sistema da câmera entende que queremos a imagem que está em primeiro plano, e como há a luz intensa do dispositivo, o obturador trabalha mais rápido deixando menos luz entrar e o ISO tendo a ser menor; menos sensibilidade, foto mais escura.

Isso mostra que não é necessário ser um expert se possuir uma câmera moderna, e que o modo inteligente das câmeras atuais já resolve muita coisa. Mas ainda há um problema na segunda foto, ela está muito “granulada”. Há quem ache isso um charme e outros, como eu, que não gostem muito. A “granulação” é resultado do “esforço” da câmera para captar a melhor imagem com o mínimo de luz, para isso, o sistema elevou o ISO em seu máximo, o que resulta em “grãos” de imagem (ou pixels) maiores. É a velha máxima: não dá para ter tudo.

Mas havia ainda um caminho; aumentar o tempo de exposição (abertura do obturador), diminuindo assim o ISO e a granulação. O problema aqui é, mais tempo de exposição menos margem para “tremedeiras”, o que, com a câmera na mão, é muito difícil. E aí, não há sistema de estabilização que salve, pois, ele compensa em parte a baixa exposição com um ISO maior (não há milagre). Então, nesse caso, a salvação é um tripé; existem modelos baratos, leves e portáteis que são uma mão na roda. Agora, se você não liga para granulação, aí você está pronto para clicar.

O modelo usado nas fotos foi a Sony H-20, tia-avó da HX9, porém, com lentes Carl Zeiss.

Abaixo um exemplo de foto tirada com mais exposição e menos ISO.

Note que o céu está “mais preto”, com menos daquelas partículas granuladas. Essa foto foi feita sem tripé, mas como havia mais luz disponível, pude usar um ISO menor, nesse caso, o modo de cena “Paisagem” foi usado sem flash. A câmera foi a mesma.

Outra dúvida é: foto noturna com paisagem e pessoas em primeiro plano. Essas são as que mais dão errado. O motivo é simples: a máquina precisa ter luz para o primeiro plano (que normalmente é o flash) mas manter o obturador aberto o tempo suficiente para a luz mais fraca (do plano de fundo) entrar sem que ele fique escurecido. É uma foto um pouco mais difícil de fazer, pois os “modelos” tem que ficar parados alguns segundos após o flash, para não virarem vultos. E também, pelo tempo de exposição, para um boa foto o tripé é recomendado. No entanto, câmeras recém lançadas já conseguem fazer maravilhas sem muito esforço.

Vamos ver alguns exemplos:

Na primeira foto a máquina “entendeu” que o importante era o segundo plano, por isso, fiquei no escuro. Na segunda, com o flash e um pouco mais de exposição, tudo ficou claro, o fundo e eu. Esse é o típico exemplo de foto com flash que o fundo tende a ficar escuro e aparecer apenas a pessoa em primeiro plano. Há um modo de cena específico para esse fim, identificado pelo desenho de uma pessoa com uma lua ao lado. Muitas câmeras já são capazes de fazer essa foto sem muito esforço no modo automático e sem tripé.

Há ainda fotos noturnas desse mesmo tipo onde é possível dispensar o flash e utilizar a luz ambiente, o que causa um resultado muito mais bonito e natural como as fotos a seguir:

Essa foto da minha esposa e meu filhote em sua primeira visita a Orlando, foi feita com uma Nikon D3100, apenas com a luz ambiente.

Para aqueles que querem ir a um passo além e não se importam em carregar um pouco mais de peso, é hora de partir para uma câmera um pouco mais “pro”.

São as digitais SLR, também conhecidas como “Reflex”. São câmeras com lentes intercambiaveis, daquelas de fotógrafo profissional, mas que hoje, são tão automatizadas que qualquer um pode usar. A câmera da foto anterior (Nikon D3100) custa em torno de US$ 600,00, faz filmes em Full HD e permitirá que você faça fotos como essas:

Alguns modelos de câmeras SLR mais acessíveis.

Nikon D3100

Nikon D5100

Canon EOS Rebel T3i

Sony Alpha 33

Esse são só alguns modelos com os quais já tive contato. Há uma enorme gama de marcas e modelos, basta pesquisar e ver qual se adequa melhor as suas necessidades.

Não tratei de fotos diurnas aqui, pois, fotos com abundância de luz são mais fáceis de fazer. Outra coisa é o enquadramento, que para mim, deve ficar a cargo da criatividade de cada um; não se limite, deixe sua imaginação voar. Tenha em mente ligar o flash, mesmo de dia, em fotos contra o sol se estiver fotografando pessoas. Fotos (contra o sol) que, na época pré digital, eram uma heresia para amadores por “queimar o filme”, hoje ficam magníficas. Mas, se quiser apenas a silhueta como fiz na foto abaixo, aí, o flash deve ficar desligado.

Espero ter ajudado para que sua próxima viagem se torne ainda mais inesquecível, afinal, as fotos nos fazem viajar novamente.

Um grande abraço

Obs: Não tenho a pretensão de ser fotógrafo profissional, nem mesmo chego perto disso. A única intenção desse post é ajudar fotógrafos amadores como eu, apaixonados por boas fotos e viagens, a conseguir as melhores imagens possíveis. Sei, inclusive, que muitas das fotos apresentadas nesse post não são exemplo nem de técnica ou de qualidade, no entanto, são perfeitas para exemplificar cada situação descrita.

Alerta: Petróleo Pressionará Passagem Aérea

por guigoes - 16 de março de 2011, 22:14 - Categoria: Compras, Consumidor, Dinheiro, Economia, Transporte Aéreo, Viagem Internacional, Viagem Nacional

Devido os conflitos na Líbia e nos países vizinhos ao norte da África já podemos observar altas no preço do petróleo de US$ 84 contra superação da marca dos US$ 100 o barril. Em detrimento deste aumento, a Petrobras reajustou o Querosene de Aviação (QAV) em 6,52%, a maior alta desde julho de 2009. Este efeito será sentindo pelos consumidores uma vez que as cias aéreas já se preparam para elevar os preços das passagens. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), o reajuste não será imediato  mas acontecerá nos próximos meses.

Milhas e Cartões de Crédito – quem dá mais?

por Renato De Vuono - 13 de fevereiro de 2011, 14:07 - Categoria: Cartão de Crédito, Comportamento, Compras, Consumidor, Dicas, Dinheiro, Economia, Programas de Milhagem, Prêmios, Transporte Aéreo, Viagem Internacional, Viagem Nacional

Olá amigos!

Agora vou falar do método mais eficiente para se acumular milhas – além de viajar, é claro – que é o cartão de crédito.

Sem dúvida, a melhor maneira de acumular pontos, pois, ao realizar suas despesas do dia a dia, está ganhando sem fazer muito esforço. Assim, fiz um comparativo dos principais e melhores cartões do mercado, baseado na quantidade mínima para a emissão de uma passagem entre Brasil e Estados Unidos (América do Norte).

Primeiro vamos as escolhas dos cartões.

CREDICARD EXCLUSIVE E EXCLUSIVE PLATINUM

A grande novidade do último ano, é o primeiro cartão no Brasil a acumular mais de 2,5 milhas por dólar gasto – é possível chegar a 4. Além disso, não é um daqueles cartões “quase impossíveis” de se ter, como Amex The Platinum Card (só com convite da operadora), Visa Infinite e Master Black.

Para ganhar 4 pontos por dólar é necessário ativar os “Pontos Turbinados”, que custará 4% do valor gasto – achou mesmo que era de graça? E as despesas com taxas, incluindo aí os 4%, não são convertidas em pontos

Então, em nossa tabela comparativa você já sabe; onde houver um cartão Credicard Exclusive “turb.” significa “Pontos Turbinados”.

Exclusive: 1,5 pontos x dólar –  pontuação padrão. 3 pontos x dólar – “Pontos Turbinados” – Validade: 24 meses

Exclusive Platinum: 2 pontos x dólar – pontuação padrão. 4 pontos x dólar – “Pontos Turbinados” – Validade: 36 meses

Programas Parceiros: Smiles e Tam Fidelidade

BRADESCO VISA INFINITE E MASTER CARD BLACK

Estes estão no rol da fama dos cartões difíceis (mas não impossíveis) de se ter. Com anuidades que beiram o ridículo de tão caras, estão aqui por acumular 2,2 pontos por dólar gasto. Os únicos da linha, já que os mesmos cartões no Itaú acumulam 2 milhas. Os pontos valem por 36 meses. Nesse quesito o Itaú leva vantagem, já que seus pontos nunca expiram.

Esse programa possui uma grande vantagem que é a emissão de bilhetes prêmio direto pelo site do banco através do sistema do Submarino Viagens. Isso significa que você tem a liberdade de usar seus pontos na Cia que quiser. É um sistema bem interessante.

Programas Parceiros: Smiles, Tam Fidelidade e sistema próprio de reserva.

DINNERS EXCLUSIVE

Cartão bom, bonito e barato. Exige renda mínima de R$ 3.000,00. Sua anuidade é de R$ 125,00 e possui salas VIP no mundo inteiro. Além da troca de pontos possuir mais empresas aéreas, além de TAM e GOL. É possível converter sues pontos para o programa AAdvantage, por exemplo.

Pontos x Dolar: 1,5

VISA E MASTER CARD PLATINUM (Real/Santander e Itaú)

Apesar de o Bradesco ter um cartão idêntico, seus pontos expiram em 36 meses, por isso não entrou aqui. Mas ele possui aquela mesma vantagem de emissão direta de bilhetes prêmio direto pelo site do banco.

Esses cartões são, depois do Dinners, os mais razoáveis. Apesar de terem anuidades altas, são facilmente negociadas junto ao banco que, dependendo de seu relacionamento, pode isentá-lo das taxas.

Dólar x pontos: 1,5 e os pontos nunca expiram.

TABELA COMPARATIVA

Como falei no início, a tabela foi baseada na quantidade mínima de milhas para emissão de uma passagem de ida e volta entre Brasil e EUA. Nela é possível ver quanto você precisa gastar em Reais para atingir a pontuação necessária, já considerando os custos inerentes a cada cartão. Além disso, você pode comparar o custo de cada milha em reais.

COMPARATIVO_CARTOES_BLOG

É importante lembrar que, apesar o primeiro lugar ter ido para passagens prêmio com a TAM, podemos considerar um empate técnico, ou para ser mais justo, vitória do Smiles: é mais fácil emitir uma passagem com 50.000 milhas na Gol do que com 40 mil na TAM.

Um abraço a todos, e boa viagem (grátis)!

Posts da categoria: Compras