Robôs de “Transformers” ganham vida no parque Universal Studios

por TWISY - 14 de maio de 2012, 7:30 - Categoria: Disney, Florida, Orlando, Viagem Internacional

Os robôs da saga “Transformers” invadirão a partir do dia 25 de maio o parque Universal Studios de Hollywood com a estreia de uma nova atração tecnologicamente revolucionária que procura transportar o visitante ao mundo cinematográfico.

“Transformers: The Ride-3D” se baseia nos elementos criados na trilogia cinematográfica dirigida por Michael Bay e inspirados pelos brinquedos da Hasbro, para apresentar uma trama original que voltará a colocar frente a frente Decepticons e Autobots pelo controle da valiosa fonte de energia “All-Spark”.

A atração incorpora as últimas novidades de produção e projeção de imagens foto-realistas em 3D em 14 telas gigantes e formas diversas, localizadas ao longo de um percurso no qual o visitante fica rodeado pela ação.

“Para fazer isso, criamos um número de sets ao redor de telas de tal forma que não se diferencia onde começa a tela e onde termina o set”, explicou à Agência Efe o responsável da equipe criativa, Chick Russell.

Por trás do projeto, que começou há quatro anos, estão as mãos de Michael Bay e Steven Spielberg, que atuaram como assessores, e o trabalho da Industrial Light & Magic, divisão de efeitos especiais da Lucasfilm para a qual, nas palavras de Russell, a atração inspirada em “Transformers” foi seu maior desafio profissional.

Além das aventuras dos robôs, a Industrial Light & Magic está por trás de filmes como “Avatar” e “Guerra nas Estrelas”.

“Não existe nada parecido com essa atração”, comentou Russell diante da entrada do complexo, decorado com figuras do malvado robô Megatron e seu oponente, o heróico Optimus Prime, de dez e oito metros de altura, respectivamente.

A imersão em “Transformers: The Ride-3D” começa ao se entrar em um prédio que simula o quartel militar de segurança máxima N.E.S.T., onde o visitante é recebido como um novo recruta para lutar junto com os Autobots contra os Decepticons.

Após um passeio introdutório de 30 minutos, que serve para contextualizar a atração e apresentar os personagens, os visitantes conhecem o EVAC, um robô criado especificamente para a atração.

Russell explicou que no universo fictício dos Transformers desenvolvido pela Hasbro não existia um robô de transporte que se adequasse às necessidades do projeto e por isso se decidiu fabricar um novo que se transforma no veículo que conduz os visitantes.

A missão começa quando os Decepticons atacam N.E.S.T. e EVAC pede a ajuda dos visitantes para salvar “All-Spark”, em uma aventura de quatro minutos cheia de perseguições e combates.

“O veículo de transporte se move sobre uma plataforma em movimento, que é basicamente um simulador de voo, sincronizada com o que acontece nas telas para gerar a sensação de velocidade, queda e impacto”, disse Russell.

“É muito realista”, destacou Russell, ressaltando que, além dos efeitos especiais em 3D, o visitante recebe rajadas de ar e jatos de calor para reforçar a ideia de velocidade ou de ser atacados por mísseis.

“Transformers: The Ride-3D”, que teve um custo superior a US$ 40 milhões segundo a revista “Variety”, combina elementos presentes em “The Simpsons Ride” e a interação visual de “King Kong 360 3-D”, outras atrações do parque, e os leva “a um novo nível”, disse Russell.

No total 15 personagens da saga “Transformers” aparecem na história, entre eles Optimus Prime, Bumbleebee, Megatron e Devastator, assim como o ator Glenn Morshower, que nos filmes interpreta o general Morshower.

Fonte: IG Turismo

Preconceito não, Fernanda Torres!

por Renato De Vuono - 17 de fevereiro de 2012, 18:44 - Categoria: Consumidor, Disney, EUA, Escolha de destinos, Florida, Orlando, Turismo, Viagem Internacional

Esse foi o dia em que Fernanda Torres mostrou a que veio ao mundo: falar bobagem.
O conceito de inteligência, para muitos, é ser preconceituoso e usar palavras difíceis para desdenhar daquilo que é o sonho (muitas vezes impossível) de muita gente.
Mas, preconceito nada tem a ver com inteligência. Preconceito é a burrice travestida de arrogância.
Um velho cientista já dizia: “inteligência é a capacidade de se adaptar ao meio.” E quem é preconceituoso, não se adapta a nada. Morre de fome levantando a bandeira da estupidez.
Acredito no direito das pessoas gostarem ou não de qualquer coisa, não é esse o meu questionamento. O porém da história, é usar sua influência para falar bobagem e dar uma demonstração pública de boçalidade. E o engraçado é ver como todo boçal cita literatura clássica (como Dante, por exemplo) para parecer culto. Brega, ultrapassado.
No fundo, Fernanda se ressente da genialidade de um homem que mudou a face do cinema e do entretenimento para sempre. Gostem ou não, gritem e esperneiem, Walt Disney foi um gênio como poucos de nossa era, o que o próprio Steve Jobs sempre reconheceu (e não por acaso morreu como maior acionista individual da Disney Co.).
Enquanto a maioria das pessoas ligadas a dramaturgia reverencia nosso “Tio Walt”, há aqueles que gostam de fazer papel de otários através de um texto presunçoso, pseudo-inteligente.
Pior e falar das maravilhas do Caribe que é o quintal dos americanos, criado e sustentado por eles. O que você está falando, mulher?
“Paraíso plastificado”? Como é que é? Como se as “divinas pirâmides Maias” tivessem sido construídas por uma força do além e não pela mão do homem. Só porque é antigo, não é menos artificial.
Até o rei dos chatos, Washington Olivetto, gosta da Disney. Qualquer pessoa que use a cabeça sabe que, ser esperto é ser aberto. É aproveitar o que o mundo tem de melhor, despido de crenças idiotas motivada pela necessidade patológica de ser diferente, de ser melhor “que os meros mortais”. Quer coisa mais mundana que o carnaval do “seu” Rio de Janeiro?
Querida, você é uma mera mortal; quer cite a Divina Comédia, quer não. Sua coluna vai virar papel higiênico de alguém e um dia, ninguém vai se lembrar que existiu. Agora, não posso dizer o mesmo (e ninguém pode) de Walt Disney, Jobs, Newton, Einstein e “tantos poucos” imortais de nosso e de todos os tempos
Tenho pena dessas crianças, imagine ir a Disney com uma chata dessas? Faça um favor aos seus filhos, mande eles em excursão com os amiguinhos de escola para que possam formar sua própria opinião e não sejam idiotizados pelo seu complexo de superioridade. Não traumatize os pequenos.
Para saber se você gosta ou não de qualquer coisa, experimente! Seja seu próprio juiz e, jamais, deixe de fazer algo baseado no preconceito (principalmente o alheio). E quando experimentar, esvazie sua mente e deixe o sentimento mais primitivo dizer a sensação de estar ali, seja onde for. Só então vai saber se de fato aquilo é bom ou não para você.
Ela foi para a Flórida para julgar e condenar. Para ela Indira Gandhi falaria: “Com o punho fechado é impossível trocar um aperto de mãos.” (foi mal, também quero parecer culto…)
Para aqueles que leram até aqui, muito obrigado e um grande abraço!

Renato De Vuono

Parque da Disney terá atrações do filme Avatar

por TWISY - 28 de setembro de 2011, 9:00 - Categoria: Disney, Florida, Viagem Internacional

Novos brinquedos integrarão o Animal Kingdom e as obras começam em 2013

O planeta Pandora, criado por James Cameron para o seu filme Avatar, vai inspirar novas atrações para parques de diversão do grupo Disney, anunciou nesta última terça-feira a Fox, produtora do longa-metragem. O planeta, apresentado como um paraíso ecológico coberto por uma selva com fauna e flora imaginárias, será recriado pelas equipes dos parques.

O primeiro parque a receber o mundo Avatar será o Walt Disney World, na Flórida, na sua seção chamada Animal Kingdom. As obras devem começar em 2013. “Graças à parceria com a Disney, vamos poder dar vida à Pandora como nunca antes”, declarou James Cameron num comunicado.

“Estamos preparando os dois próximos filmes da saga Avatar e com eles, teremos ainda mais cenários, personagens e histórias como base para as atrações do parque”, afirmou o diretor canadense.

“Nossa meta é ir além das fronteiras atuais em termos de inovações tecnológicas para dar oportunidade às pessoas de ver, ouvir e tocar o mundo de Avatar com uma sensação de realidade sem precedentes”, completou.

O acordo assinado entre a Disney e a Fox e o estúdio Lightstorm Entertainment, fundado por Cameron, cedeu os direitos de imagens do filme para parques de diversão no mundo inteiro. Avatar é o maior sucesso de todos os tempos no cinema mundial, com receitas de cerca de 2,8 bilhões de dólares. Avatar 2 deve estrear nas telonas em dezembro de 2014 e o terceiro capítulo da saga um ano depois.

Fonte: France Press / Correio Popular

Novo MIA MOVER no Aeroporto Internacional de Miami

por TWISY - 27 de setembro de 2011, 19:48 - Categoria: EUA, Florida, Transporte Aéreo, Viagem Internacional

Para agilizar a circulação de passageiros no Aeroporto Internacional de Miami que alugam carros, foi inaugurado recentemente o MIA MOVER. Um serviço de transporte feito via monorail que leva o passageiro do aeroporto ao Rental Car Center. O processo ficou bem mais simples e rápido.

Antes, o passageiro seguia para o Rental Car Center de ônibus.

Clientes TWISY fizeram o trajeto recentemente e contaram que é muito rápido e fácil, já que desde a área de desembarque existe placas indicando como chegar ao MIA MOVER. Basta pegar o elevador e ir até o terceiro andar, de onde sai o MIA MOVER, do aeroporto para os balcões do Rental Car Center. Muito moderno!

Fotos Reprodução

Flash de viagem – como tirar aquela foto?

por Renato De Vuono - 23 de junho de 2011, 14:12 - Categoria: Comportamento, Compras, Consumidor, Câmeras, Dicas, Disney, EUA, Florida, Fotografia, Free Shop, Orlando, Turismo, Viagem Internacional, Viagem Nacional

Uma parte importante de nossas viagens é a documentação do que vimos em fotos e vídeos, não é mesmo?

E é verdade que a maioria das pessoas lamenta fotos perdidas, desfocadas ou que não saíram exatamente da maneira que queriam. Isso acontece principalmente com fotos noturnas, onde o fundo fica escuro e a pessoa na frente parece um fantasma; o que era para aparecer de fato, não apareceu.

É verdade que com a tecnologia as fotos estão cada vez melhores e nós, amadores, cada vez mais próximos dos profissionais, de certa forma. Mas ainda há o que se aprender para fazer “aquela foto” noturna.

O primeiro é o item fundamental: a câmera. Uma câmera boa é 70% do caminho andado. Não estou falando de câmeras caríssimas, estou falando de equipamentos de US$ 300,00, no máximo. Câmeras com um bom zoom óptico, boas lentes e de marcas confiáveis.

Algumas dicas são: Sony Cyber-shot HX9V ou a Panasonic Lumix ZS10T. Com destaque para a Lumix que usa lentes Leica. A Sony, infelizmente, deixou de usar as lentes Carl Zeiss.

Agora vamos as fotos, a dica é bastante simples: usar o sistema inteligente da câmera, se ele não resolver, usar o modo de seleção de cena adequado. Veja as fotos abaixo:

As duas fotos foram tiradas do mesmo lugar, na mesma hora, porém há um diferença nítida entre as duas; a primeira ficou escura. Nenhuma das duas está lá grande coisa, é verdade, mas servem para ilustrar o que quero dizer.

Qual o segredo? Nenhum. Em ambas a câmera estava no modo “inteligente” que seleciona a cena automaticamente de acordo com a luz, entre outras coisas. A diferença é que, na primeira, o flash estava ligado e na segunda não. Com o flash ligado o sistema da câmera entende que queremos a imagem que está em primeiro plano, e como há a luz intensa do dispositivo, o obturador trabalha mais rápido deixando menos luz entrar e o ISO tendo a ser menor; menos sensibilidade, foto mais escura.

Isso mostra que não é necessário ser um expert se possuir uma câmera moderna, e que o modo inteligente das câmeras atuais já resolve muita coisa. Mas ainda há um problema na segunda foto, ela está muito “granulada”. Há quem ache isso um charme e outros, como eu, que não gostem muito. A “granulação” é resultado do “esforço” da câmera para captar a melhor imagem com o mínimo de luz, para isso, o sistema elevou o ISO em seu máximo, o que resulta em “grãos” de imagem (ou pixels) maiores. É a velha máxima: não dá para ter tudo.

Mas havia ainda um caminho; aumentar o tempo de exposição (abertura do obturador), diminuindo assim o ISO e a granulação. O problema aqui é, mais tempo de exposição menos margem para “tremedeiras”, o que, com a câmera na mão, é muito difícil. E aí, não há sistema de estabilização que salve, pois, ele compensa em parte a baixa exposição com um ISO maior (não há milagre). Então, nesse caso, a salvação é um tripé; existem modelos baratos, leves e portáteis que são uma mão na roda. Agora, se você não liga para granulação, aí você está pronto para clicar.

O modelo usado nas fotos foi a Sony H-20, tia-avó da HX9, porém, com lentes Carl Zeiss.

Abaixo um exemplo de foto tirada com mais exposição e menos ISO.

Note que o céu está “mais preto”, com menos daquelas partículas granuladas. Essa foto foi feita sem tripé, mas como havia mais luz disponível, pude usar um ISO menor, nesse caso, o modo de cena “Paisagem” foi usado sem flash. A câmera foi a mesma.

Outra dúvida é: foto noturna com paisagem e pessoas em primeiro plano. Essas são as que mais dão errado. O motivo é simples: a máquina precisa ter luz para o primeiro plano (que normalmente é o flash) mas manter o obturador aberto o tempo suficiente para a luz mais fraca (do plano de fundo) entrar sem que ele fique escurecido. É uma foto um pouco mais difícil de fazer, pois os “modelos” tem que ficar parados alguns segundos após o flash, para não virarem vultos. E também, pelo tempo de exposição, para um boa foto o tripé é recomendado. No entanto, câmeras recém lançadas já conseguem fazer maravilhas sem muito esforço.

Vamos ver alguns exemplos:

Na primeira foto a máquina “entendeu” que o importante era o segundo plano, por isso, fiquei no escuro. Na segunda, com o flash e um pouco mais de exposição, tudo ficou claro, o fundo e eu. Esse é o típico exemplo de foto com flash que o fundo tende a ficar escuro e aparecer apenas a pessoa em primeiro plano. Há um modo de cena específico para esse fim, identificado pelo desenho de uma pessoa com uma lua ao lado. Muitas câmeras já são capazes de fazer essa foto sem muito esforço no modo automático e sem tripé.

Há ainda fotos noturnas desse mesmo tipo onde é possível dispensar o flash e utilizar a luz ambiente, o que causa um resultado muito mais bonito e natural como as fotos a seguir:

Essa foto da minha esposa e meu filhote em sua primeira visita a Orlando, foi feita com uma Nikon D3100, apenas com a luz ambiente.

Para aqueles que querem ir a um passo além e não se importam em carregar um pouco mais de peso, é hora de partir para uma câmera um pouco mais “pro”.

São as digitais SLR, também conhecidas como “Reflex”. São câmeras com lentes intercambiaveis, daquelas de fotógrafo profissional, mas que hoje, são tão automatizadas que qualquer um pode usar. A câmera da foto anterior (Nikon D3100) custa em torno de US$ 600,00, faz filmes em Full HD e permitirá que você faça fotos como essas:

Alguns modelos de câmeras SLR mais acessíveis.

Nikon D3100

Nikon D5100

Canon EOS Rebel T3i

Sony Alpha 33

Esse são só alguns modelos com os quais já tive contato. Há uma enorme gama de marcas e modelos, basta pesquisar e ver qual se adequa melhor as suas necessidades.

Não tratei de fotos diurnas aqui, pois, fotos com abundância de luz são mais fáceis de fazer. Outra coisa é o enquadramento, que para mim, deve ficar a cargo da criatividade de cada um; não se limite, deixe sua imaginação voar. Tenha em mente ligar o flash, mesmo de dia, em fotos contra o sol se estiver fotografando pessoas. Fotos (contra o sol) que, na época pré digital, eram uma heresia para amadores por “queimar o filme”, hoje ficam magníficas. Mas, se quiser apenas a silhueta como fiz na foto abaixo, aí, o flash deve ficar desligado.

Espero ter ajudado para que sua próxima viagem se torne ainda mais inesquecível, afinal, as fotos nos fazem viajar novamente.

Um grande abraço

Obs: Não tenho a pretensão de ser fotógrafo profissional, nem mesmo chego perto disso. A única intenção desse post é ajudar fotógrafos amadores como eu, apaixonados por boas fotos e viagens, a conseguir as melhores imagens possíveis. Sei, inclusive, que muitas das fotos apresentadas nesse post não são exemplo nem de técnica ou de qualidade, no entanto, são perfeitas para exemplificar cada situação descrita.

Orlando: afinal, quanto tempo é preciso?

por Renato De Vuono - 13 de março de 2011, 14:30 - Categoria: Consumidor, Dinheiro, Disney, EUA, Economia, Escolha de destinos, Florida, Orlando, Turismo, Viagem Internacional

Olá amigos.

Uma pergunta que sempre me fazem é: “qual o tempo ideal para se conhecer Orlando”. A resposta mais óbvia seria: 6 meses, no mínimo. Na verdade, nem durante a vida toda, pois a cidade está sempre se reinventando. Essa é uma pergunta, que na verdade, todos fazem seja o destino que for.

No caso de Orlando tenho algumas respostas – e não apenas uma -, afinal, tudo depende…

Quando vejo pacotes de operadoras para 6 noites, confesso, fico angustiado. O que uma pessoa pode fazer com 6 noites em Orlando? Muito pouco, eu diria. Já vi pacotes de 4 noites, o que daria, apenas, uma espiadela na cidade. Fico perplexo com essas coisas pois, justamente, é a maneira como as operadoras ganham dinheiro: em cima de pessoas desavisadas e, principalmente, desinformadas.

Vamos pensar o básico:

- 8 são os principais parques temáticos que devem ser visitados em qualquer viagem para Orlando, e, para cada um deles, é preciso, no mínimo, um dia inteiro. Só aí são 8 dias, ou 10 noites, dependendo dos vôos.

- 1 dia, no mínimo, para fazer compras – quem há de resistir?

- 1 dia, no mínimo, para explorar (há parques aquáticos, museus, passeios de balão, e uma infinidade de coisas além da Disney).

Somando tudo, são 10 dias e 12 noites.

Essa seria, então, a viagem ideal? NÃO! A viagem ideal, para mim, é feita com pouca – ou nenhuma – pressa. E acredite, 10 dias, é correria na certa. Um dia para fazer compras em Orlando, é igual a nada! São 2 mega Outlets, uma infinidade de outlets menores, 2 mega shopping centers… ufa! Definitivamente, um dia só é muito pouco. Um dia para explorar a cidade? Também é pouco. Considere que há atrações como 4 parques aquáticos fantásticos, 1 parque de diversões eletrônicas indoor, isso só para falar dos complexos Disney, Universal e SeaWorld, além de um sem número de passeios que pouca gente fala ou, há pouca divulgação por aqui. Acredite, ao chegar lá, ficará frustrado com tudo o que não vai fazer.

É claro, numa viagem só, não dá para fazer tudo. Mas há maneiras de cobrir uma boa quantidade de coisa dentro de um período aceitável.

Mas então, qual o tempo ideal?

Antes de chegar lá, temos que passar por outros aspectos importantes, como, o preço.

Ficar muito mais tempo significa gastar muito mais dinheiro? No caso de Orlando, não necessariamente. Veja:

- Ingresso da Disney para 3 dias + Park Hopper (permite trocar de parque no mesmo dia) + Water ‘n’ Fun (entrada em outras atrações como os parques aquáticos) = USD 332,00 – adulto

- Ingresso da Disney para 10 dias + Park Hopper (permite trocar de parque no mesmo dia) + Water ‘n’ Fun (entrada em outras atrações como os parques aquáticos) = USD 370,00 – adulto

Viu só? Muitas vezes, mais é menos. Enquanto para 3 dias o preço/dia sai por USD 75,00, para 10 dias cai para USD 26,00. Não é interessante? E um detalhe, você tem 14 dias para usar seu ingresso a partir do primeiro acesso. Acredite: vale a pena.

Dito isso, dá para fazermos um comparativo de duas opções de viagem em baixa temporada que abrirá sua mente.

Orlando 6 Noites - 2 Adultos (preço por pessoa – lembrando que carro e hotel tem seus preços divididos por 2)

Aéreo – São Paulo/Miami/ São Paulo – USD 699,00 (+ taxas) – Voando American Airlines

Hotel: Days Inn Universal – USD 90,00

Carro: 1 semana carro econômico – USD 108,00 (all inclusive: seguro+motorista adicional+taxas) – *se seu cartão oferece seguro, o preço pode cair mais

Seguro viagem: USD 93,00 (ISIS)

+ Ingresso Disney 4 Dias + Park Hopper – USD 340,00

+ Universal 1 dia/ 2 parques – USD 112,0

+ SeaWorld 1 dia – USD 80,00

Total: USD 1452,00 por pessoa

Orlando 15 Noites - 2 Adultos (preço por pessoa – lembrando que carro e hotel tem seus preços divididos por 2)

Aéreo – São Paulo/Miami/ São Paulo – USD 699,00 (+ taxas) – Voando American Airlines

Hotel: Days Inn Universal – USD 225,00

Carro: 2 semanas carro econômico – USD 215,00 (all inclusive: seguro+motorista adicional+taxas) – *se seu cartão oferece seguro, o preço pode cair mais

Seguro viagem: USD 113,00 (ISIS)

+ Ingresso Disney 10 Dias + Park Hopper – USD 372,00

+ Universal/Island of Adventure/SeaWorld/Busch Gardens/Wet n Wild/ Acquatica – 14 dias ilimitado – USD 320,00

Total: USD 1970,00 por pessoa

É uma diferença de USD 518 para ficar 10 dias a mais. Ou seja é 166% a mais de tempo por 37% a mais de dinheiro. Não é uma relação custo x benefício interessante? Isso fazendo cotações rápidas pela internet. Com paciência e uma boa agência de turismo, esse custo pode melhorar ainda mais.

Apenas para efeito de comparação, um pacote da CVC para 9 noites, no site da empresa, incluindo ingressos para os 4 parques da Disney (sem hopper e aquáticos), os 2 da Universal e SeaWorld, está USD 2900,00. Com um detalhe, não há aluguel de carro, é um pacote com guia (uma chatice), e eles ainda incluem passeios noturnos, pontos turísticos da cidade e tour de compras… com 9 noites? É aquela correria; você passa por tudo mas não vê nada, e o grande barato da viagem, é justamente, apreciar os detalhes. Sabe aquela banda cover dos Beatles no pavilhão do Reino Unido no Epcot, que tantos falam e você não viu? É desses detalhes que estou falando.

Então voltando a pergunta que não quer calar: afinal, devo planejar minha viagem para quantos dias? Eu responderia com 3 opções:

1 – A opção perfeita: 21 noites – Aqui não há correria, você pode, literalmente, degustar os passeios, voltar “n” vezes em cada parque só para apreciar a paisagem e fazer belas fotos. Dá, ainda, para incluir no roteiro o Kennedy Space Center (base da Nasa em Cabo Canaveral), uma esticadinha até Daytona e fazer compras sem pressa. Não vai precisar passar correndo por aquela banda legal que viu tocando no parque, simplesmente, porque não vai precisar. Vale a pena pensar em Orlando dessa forma, principalmente, se for sua primeira viagem.

2 – A opção racional: 14 noites – Em minha última viagem (passagem de ano entre 2009 e 2010) esse foi tempo que eu tinha disponível e posso afirmar que fizemos muita coisa. Era a primeira vez na Disney do meu afilhado, portanto, o foco foi quase que totalmente passeios e quase nada de compras (quase!). Teria sido melhor se não fosse altíssima temporada – chegamos dia 24/12 e retornamos dia 08/01. E para piorar, dia 01/01 caiu numa sexta, e assim, os americanos (absoluta maioria) voltaram para casa apenas no dia 04/01. Isso significa que pegamos parques mais vazios apenas nos 4 últimos dias de viagem. Ainda assim, foi fantástico. Em 14 noites, em baixa temporada – isso não significa fora das férias escolares brasileiras, já que a baixa temporada americana vai até próximo ao Natal, e até 10/dez, os preços de passagem aqui também são de baixa – dá para fazer bastante coisa, desde que, planeje seu roteiro para não cair na armadilha de achar que tem muito tempo e quando acordar, a viagem acabou e você não fez nada. Dá inclusive para repetir parques e fazer compras com relativa calma. Não vejo porque fazer uma viagem mais curta do que essa para Orlando, a não ser que, seu tempo disponível não permita.

3 – No Limite – 10 noites – Para aproveitar essa viagem, algumas concessões terão de ser feitas. A maior probabilidade é sacrificar os parques aquáticos e passeios secundários. Muitos (muitos mesmo!) sacrificam o Busch Gardens, o que, pessoalmente, considero um pecado capital. O mais engraçado é que, ninguém sacrifica as compras. Considerando isso, com 10 noites da para visitar os 8 principais parques e ainda sobrar 2 dias (ou mais, dependendo dos horários dos vôos) para derreter seus cartões de crédito nos Outlets, dá para aproveitar. O custo x benefício dessa viagem não é tão bom, pois no aluguel de carro, por exemplo, diárias extras são bem mais caras do que diárias de semanas fechadas (7 dias de locação). Ainda assim, é a última opção que considero aceitável.

Menos que 10 noites eu não recomendo, pois serão muitas concessões e uma correria desenfreada. A não ser que, você só tenha 7 dias, aí é melhor ir do que ficar em casa, não é? Mas, ainda assim, eu consideraria adiar os planos para conseguir fazer uma viagem mais longa. Lembrando que, tudo isso, se você estiver fazendo sua primeira viagem. Para os “mais rodados”, as necessidades mudam, e aí, poucas noites podem bastar para conhecer apenas as atrações novas, ou fazer compras.

Mais para frente farei uma matéria completa sobre Orlando e as dicas para aproveitar ao máximo esse destino sensacional.

Um abraço e boa viagem.

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