É notório que a qualidade e a capacidade de nossos aeroportos estejam a anos-luz de distância dos grandes terminais do mundo. Para desanimar, 2013 e 2014 serão anos de mudanças sutis nos aeroportos brasileiros.
Graças à burocracia enraizada em nosso país, os viajantes atentos notarão de imediato mudanças nos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Campinas, eis que estão desde novembro sendo administrados pela iniciativa privada.
Não se anime. As mudanças, como falado, são sutis: banheiros renovados, sinalização mais clara, filas mais organizadas e check-in mais eficiente.
Novas pistas, novos terminais e modernização (como o que se vê pelo mundo) por enquanto não fazem parte dos planos.
Para depois de 2014 ficarão essas transformações mais profundas, com terminais de informação interativos e meios de transporte eficientes para desafogar o trânsito no entorno dos aeroportos.
Assuntos como a privatização de aeroportos como Confins e Galeão e a possível não entrega do novo aeroporto de Natal ainda pairam no ar com um belo tom de incerteza.
Em meio a tantas incertezas, o que é sabido é que nem mesmo o que é tido como compromisso para a Copa de 2014 está livre de ameaças.
Imagina na Copa?!









