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Destino: Munique na Alemanha

por TWISY - 20 de fevereiro de 2012, 8:00 - Categoria: Turismo, Viagem Internacional

Capital da Baviera, Munique ostenta um estilo de vida que se diferencia do resto da Alemanha, apresenta paisagens deslumbrantes ao pé dos Alpes, e é considerada por muitos como a cidade mais bonita da Alemanha, e realmente é difícil discordar.

A paisagem urbana é caracterizada pelas inúmeras igrejas góticas e barrocas além dos edifícios modernos, que contribuem para o charme único, que tornaMunique tão especial em todo o mundo, qualquer que seja a estação do ano.

A cidade é tradicionalmente conservadora, une um ambiente aconchegante provinciano e traços cosmopolitas a um. Com 1,3 milhão de habitantes, é das cidades uma das mais populosas e a mais rica da Alemanha.

Também conhecida como capital da cerveja, berço da festejada Oktoberfest – maior festival de cerveja do mundo - Munique possui belos lagos e noite famosa em toda a Europa, museus, parques e festivais fazem de Munique um daqueles raros lugares onde o ritmo de cidade grande não sufoca as tradições. Os habitantes preservam as tradições e hábitos provincianos, mesmo estando plenamente sintonizados com o século 21. Munique sempre vale uma visita, mesmo quando não é época de Oktoberfest.

Munique é a terceira maior cidade da Alemanha. Ocupa uma área de 311 km², está a 530 m. acima do nível do mar. Munique se encontra no centro da Europa, ao sul da Alemanha, nas proximidades dos Alpes Bávaros.

CULTURA

Ambiente metropolitano com encanto regional, rigor dos Alpes com o estilo mediterrâneo, obras de arte e festa da cerveja, tradições religiosas e alta tecnologia, cervejarias ao ar livre e alta cozinha, ópera e rock. Esta especial mistura faz de Munique um centro de atrações para visitantes de todo o mundo, que experimentam a fascinação desta cidade.

O leque da vida cultural é amplo e oferece: teatros, óperas e operetas, festivais, representações ao ar livre e teatros de marionetes. São vários museus para os amantes da arte, entre eles a Pinacoteca de Arte Moderna, inaugurada em 2002. Além dela, o Museu da Fantasia Lothar Buchheims, o Pavilhão de Arte da Fundação Cultural Hypo e o Centro de Tráfico ajudam a alavancar a cultura da região.

Munique também vem sendo chamada por muitos de “capital da música”. Tudo por conta do trio de diretores das três grandes orquestras da cidade: James Levine, dirigindo a Filarmônica de Munique, Lorin Maazel, na Orquestra Sinfônica, e Zubin Mehta, na Ópera Estadual do Estado Livre da Baviera.

GASTRONOMIA

Munique não é apenas a capital da cerveja e da Oktoberfest. Por lá se come muito bem. Procure os restaurantes menores e um pouco mais baratos, onde normalmente a comida é boa e as porções bem servidas.

É o paraíso dos gourmets e dos amantes de cerveja. Os restaurantes típicos alemães espalhados pela cidade têm uma característica bastante interessante de se conhecer. A maior parte deles produzem sua própria cerveja.

No final da tarde, chova ou faça frio, as mesas começam a ser reservadas pelos habitantes para o seu happy-hour, que ali ficam sem sentir o tempo correr e a mesa se enchendo de canecos vazios.

A cidade produz uma infinidade de tipos de salsichas, muito saborosas, pratos com carne de porco, sempre é claro, acompanhados de sauerkraut (o famoso chucrute). Para se ter idéia da quantidade de salsicha produzida na Bavária, vá ao Viktualienmarket, um mercado ao ar livre que fica no centro da cidade, atrás da Marienplatz, principal praça da cidade. Prove uma weisswürst (salsicha branca) com mostarda, um schweinsbraten ou um knödel, são alguns dos pratos típicos que vale a pena experimentar.

INFORMAÇÕES

Na terça-feira de carnaval, o prefeito e os vereadores de Munique vão até o centro da cidade para lavar suas carteiras na fonte da Praça Marienplatz. O dinheiro acabou e a energia se foi. Ninguém sai são e salvo depois de três meses de festejos, nem mesmo os alemães. Sim, porque o Fasching, o carnaval de lá, começa em 11 de novembro, às 11 horas e 11 minutos, para ser bem alemão.

O povo da Baviera se entrega a mais variada gama de festas com determinação germânica. Há bailes de gala, incluindo apresentação de debutantes, festas à fantasia e infantis. Há também desfiles e festivais de rua, espetáculos musicais, teatrais, eventos gastronômicos e esportivos.

Além das festas públicas, muitas comemorações particulares completam o panorama do Fasching de Munique. E elas ocorrem até mesmo dentro dos escritórios e indústrias. Essa festa dos exageros é celebrada desde a Idade Média e seu nome, Fasching, é uma referência ao período de jejum da quaresma, entre o carnaval e a Páscoa.

Preconceito não, Fernanda Torres!

por Renato De Vuono - 17 de fevereiro de 2012, 18:44 - Categoria: Consumidor, Disney, EUA, Escolha de destinos, Florida, Orlando, Turismo, Viagem Internacional

Esse foi o dia em que Fernanda Torres mostrou que é uma idiota.
O conceito de inteligência, para muitos, é ser preconceituoso e usar palavras difíceis para desdenhar daquilo que é o sonho (muitas vezes impossível) para muita gente.
Mas, preconceito nada tem a ver com inteligência. Preconceito é a burrice travestida de arrogância.
Um velho cientista já dizia: “inteligência é a capacidade de se adaptar ao meio.” E quem é preconceituoso, não se adapta a nada. Morre de fome levantando a bandeira da estupidez.
Acredito no direito das pessoas gostarem ou não de qualquer coisa, não é esse o meu questionamento. O porém da história, é usar sua influência para falar bobagem e dar uma demonstração pública de boçalidade. E o engraçado é ver como todo boçal cita literatura clássica (como Dante, por exemplo) para parecer culto. Brega, ultrapassado.
No fundo, essa atriz de um papel só, se ressente da genialidade de um homem que mudou a face do cinema e do entretenimento para sempre. Gostem ou não, gritem e esperneiem, Walt Disney foi um gênio como poucos de nossa era, o que o próprio Steve Jobs sempre reconheceu (e não por acaso morreu como maior acionista individual da Disney Co.).
Enquanto a maioria das pessoas ligadas a dramaturgia reverencia nosso “Tio Walt”, há aqueles que gostam de fazer papel de otários através de um texto presunçoso, pseudo-inteligente.
Caribe é o quintal dos americanos, criado e sustentado por eles. O que você está falando, mulher?
“Paraíso plastificado”? Como é que é? Como se as “divinas pirâmides Maias” tivessem sido construídas por uma força do além e não pela mão do homem. Só porque é antigo, não é menos artificial.
Até o rei dos chatos, Washington Olivetto, gosta da Disney. Qualquer pessoa que use sua cabeça sabe que, ser esperto é ser aberto. É aproveitar o que o mundo tem de melhor, despido de crenças idiotas motivada pela necessidade patológica de ser diferente, de ser melhor “que os meros mortais”. Quer coisa mais mundana que o carnaval do “seu” Rio de Janeiro?
Querida, você é uma mera mortal; quer cite a Divina Comédia, quer não. Sua coluna vai virar papel higiênico de alguém e um dia, ninguém vai se lembrar que existiu. Agora, não posso dizer o mesmo (e ninguém pode) de Walt Disney, Jobs, Newton, Einstein e “tantos poucos” imortais de nosso tempo e de todos os tempos
Tenho pena dessas crianças, imagine ir a Disney com uma chata dessas? Faça um favor aos seus filhos, mande eles em excursão com os amiguinhos de escola para que possam formar sua própria opinião e não sejam idiotizados pelo seu complexo de superioridade. Não traumatize os pequenos.
Para saber se você gosta ou não de qualquer coisa, experimente! Seja seu próprio juiz e, jamais, deixe de fazer algo baseado no preconceito (principalmente o alheio). E quando experimentar, esvazie sua mente e deixe o sentimento mais primitivo dizer a sensação de estar ali, seja onde for. Só então vai saber se de fato aquilo é bom ou não para você.
Ela foi para a Flórida para julgar e condenar. Para ela Indira Gandhi falaria: “Com o punho fechado é impossível trocar um aperto de mãos.” (foi mal, também quero parecer culto…)
Para aqueles que leram até aqui, muito obrigado e um grande abraço!

Renato De Vuono

Destino: Cairo

por TWISY - 17 de fevereiro de 2012, 12:17 - Categoria: Transporte Aéreo, Turismo, Viagem Internacional, Visto

Cairo é Terceiro Mundo e Primeiro Mundo, mundo islâmico e mundo faraônico, uma cidade fervilhante que abala todos os sentidos, simultaneamente. Há milhares de anos de história nesta cidade de 18 milhões de habitantes, e essa história pode ser vista nas próprias pessoas: do mascate moderno, vendendo sua pasta de feijão cozido em um carrinho decorado, do capitão de faluca conduzindo sua embarcação pelo escuro Nilo, o jovem andando de bicicleta em meio ao tráfego com um tabuleiro de pão do tamanho de uma escada equilibrado na cabeça. Prepare-se: tenha um lenço de cabeça para as mulheres entrarem nas mesquitas; pacotes de lenços de papel para paradas em toaletes; pequenos trocados para gorjetas; e, se gostar de beber, uma garrafa ou duas de vinho do free shop do aeroporto. O Cairo tem muito a oferecer, mas uma boa garrafa de vinho não está inclusa.

Culturalmente, o Cairo é uma cidade interessante com teatros, museus, monumentos, universidades, ruínas nos arredores. O Museu Egípcio é o mais importante porque nele se guardam os maiores tesouros tanto pela sua história como pelo seu valor, do antigo Egito.

No Cairo, encontrará lugares onde poderá ir fazer as suas compras, onde tomar um chá, um café ou uma bebida, lugares para visitar, tudo para desfrutar durante as suas férias no Egito. Não se esqueça que o seu centro histórico é Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO.

A Cidade, a Mesquita são outros locais interessantes para visitar no Cairo, mas o lugar mais visitado é a Grande Pirâmide de Quéops e a Pirâmide de Gizé.

GASTRONOMIA

Em meio às barracas do tradicional Khan el Khalili, mercadores vendendo carneiros em cada esquina e encantadores de serpentes a divertir os turistas, as conturbadas e mágicas ruas do Cairo, a efervescente capital egípcia de 15 milhões de habitantes, escondem templos da gastronomia. Uma exótica cozinha, apimentada pela milenar tradição local no comércio de especiarias entre o Oriente e o Ocidente.

O cenário gastronômico do Cairo encontra-se, assim como a situação política do país, entre esse dois mundos, entre receitas clássicas e certos caprichos dos turistas ocidentais. O álcool, proibido nos países islâmicos como o Egito, é uma das concessões feitas aos visitantes. Os jovens locais contentam-se fazendo fumaça com os tradicionais cachimbos (shisha), que se tornaram uma febre nos bares da cidade, em sabores diversos, como maçã (tufah), preferência nacional.

Se quiser um lanche rápido vá a um dos endereços do Felfela express. Vende, por dia, mais de 500 sanduíches de falafel, versão egípcia do hambúrguer, feito de grão-de-bico e servido com homus em pão egípcio (baladi). Anexo ao endereço do centro, está o restaurante original, aberto em 1958, que já recebeu clientes como o ex-presidente dos EUA Jimmy Carter e o Nobel de Literatura Naguib Maffouz.

ROTEIROS

Um passeio à Grande Pirâmide de Gizé – a única sobrevivente das sete maravilhas do mundo descritas pelos gregos – é como mergulhar na história de uma civilização imortal.

Um dos mais famosos monumentos do mundo é a Esfinge, uma estátua legendária de um corpo de leão com uma cabeça de homem, cujo rosto se assemelha vagamente ao do próprio Chéops. Tem 73 metros de comprimento, 20 metros de altura e ganha contornos fantasmagóricos, à noite, durante os festivais de som e luz para os turistas que ali se realizam diariamente.

Se tiver tempo, prossiga a viagem 24 quilômetros a Oeste do Cairo, até às ruínas de Memphis – erigida pelo Rei Menes, 3100 anos antes de Cristo, é a mais antiga capital do Egipto -, onde poderá ver a colossal estátua de Ramses II e até Saqqara – o mais velho cemitério do país -, com a pirâmide em escada construída em 2650 antes de Cristo pelo célebre arquiteto Imhotep, para o Rei Djoser e composta por seis “mastabas” sobrepostas no topo umas das outras. É o mais antigo monumento do mundo.

Não deixe a cidade sem, antes, visitar o Museu do Cairo, que abriga os mais fabulosos tesouros do Antigo Egito (mais de 100 mil peças), nomeadamente, todo o recheio do túmulo de Tutankhamon, com a sua fabulosa máscara mortuária em ouro pesando mais de 10 quilos e os seus diversos sarcófagos. Apenas a múmia do faraó permanece no seu túmulo, no Vale dos Reis.

Em qualquer civilização milenar que se preze e, muito à semelhança dos chineses, a paciência é a chave do segredo para fazer bons negócios no Egito. Se tiver contactos com a Administração Pública local, marque os encontros e reuniões na parte da manhã, entre as 10h e as 13h, considerado o “período oficial” de trabalho. No sector privado, este horário é, geralmente, mais dilatado. Para evitar confusões e mal entendidos, cumprimente toda a gente com um aperto de mão (seja homem ou mulher). Fato e gravata são regra, para os homens; saia comprida (abaixo do joelho) e casaco ou vestido longo, para as senhoras e nada de cores muito vivas. Não se admire com a falta de pontualidade dos egípcios.

Se procura uma aventura ao jeito do Indiana Jones, experimente uma corrida de táxi no trânsito caótico do Cairo. Quem conhece Marrocos, já fica com uma pequena ideia, só que, aqui, não se respeitam nem os sinais, nem os polícias de trânsito e muito menos os transeuntes. “Apanhar” um táxi não é difícil (são mais de 60 mil na cidade, velhos Fiat ou Lada, pintados de preto e branco). O pior é acertar o preço e ficar com a certeza que este será o mesmo no final da viagem, já que os taxímetros estão, regra geral, avariados ou desligados (tenha, por isso, dinheiro em notas pequenas).

Prepare-se, desde já, para regatear (mesmo em lojas com os preços afixados). O montante pedido pelos vendedores aos turistas é, geralmente, quatro ou cinco vezes superior ao valor real do objeto pretendido e, além disso, uma boa negociação faz parte da cultura árabe de encontrar o “preço justo” em que todos ficam satisfeitos com a transação.

Cairo está lutando para ser uma cidade moderna à sombra das antigas Pirâmides de Gizé. Arranha-céus, trens subterrâneos e a alta sociedade misturam-se com velhas casas de tijolos, carrinhos puxados por mulas e crianças pobres pedindo esmolas. Desde a sua fundação, o Cairo tem sido a capital cultural do mundo árabe, produzindo eruditos em suas universidades e hoje produzindo mais filmes e programas de televisão árabes do que qualquer outro país. Cairo, também é considerada a capital política do mundo árabe.

INFORMAÇÕES

Há escritórios de turismo por todo o país, que distribuem mapas e folhetos (nem sempre atualizados). Nas cidades mais turísticas, os funcionários costumam ter mais boa vontade.

O inverno (dezembro a fevereiro) é mais agradável: praticamente não chove e à noite faz frio. O verão é muito quente e seco e tempestades de areia (khamseen) costumam ocorrer entre março e abril – os ventos chegam a 150 km/h. Durante o Ramadã (outubro/novembro), lojas e restaurantes operam em horários irregulares.

Brasileiros precisam de visto para o Egito. Ele é válido por três meses, mas o prazo de permanência em solo egípcio é de um mês a cada entrada. Somente o Consulado, no Rio de Janeiro (21/2554-6664, rua Muniz Barreto, 741, Botafogo) e a Embaixada, em Brasília (61/323-8800, avenida das Nações, Lote 12) emitem vistos no Brasil, mas uma boa opção é pegar o visto ao chegar ao aeroporto do Cairo, mediante a apresentação do passaporte válido por mais pelo menos seis meses. O país exige também certificado internacional de vacinação contra febre amarela (a vacina deve ser tomada até dez dias antes da viagem).

Bocas del Toro – Caribe

por TWISY - 14 de fevereiro de 2012, 15:22 - Categoria: Viagem Internacional

Arquipélago no Panamá mantém o charme dos pequenos vilarejos caribenhos com praias isoladas de cor verde-esmeralda

Antes de tudo, um aviso. A chegada ao arquipélago de Bocas del Toro, na costa caribenha do Panamá, pode não ser, digamos, calorosa. Chove bastante, e durante o ano todo, na província, localizada a 32 km da fronteira da Costa Rica. Com isso, as chances de ser recepcionado por um tremendo aguaceiro são grandes. Mas não desanime, o sol sempre dá um jeitinho de aparecer. E, quando o céu abrir, você verá que a propaganda é verdadeira: há um paraíso tropical escondido aqui.

A 45 minutos de avião da Cidade do Panamá, Bocas del Toro é um arquipélago de nove ilhas principais e mais de 200 ilhotas desabitadas. A região cresceu em torno do cultivo da banana pela empresa americana United Fruit Company (hoje, a multinacional Chiquita Brands), no início do século 20. Por isso, boa parte da população descende de imigrantes jamaicanos, que vieram para cá para trabalhar nas plantações.

Mais de um século depois, outros estrangeiros juntaram-se à população local. Vieram de férias, mas acabaram ficando e ficando. Largaram tudo e construíram sua casa aqui. Não é difícil entender o porquê. Apesar de Bocas del Toro ser um dos principais destinos do Panamá, rota de mochileiros e surfistas há alguns anos, mantém a atmosfera tranquila e o charme característico das pequenas vilas caribenhas.

Até mesmo na capital, a cidade de Bocas del Toro ou Bocas Town, na Isla Cólon, vê-se que os coloridos casarões de madeira, erguidos pela United Fruit Company para os seus trabalhadores, não foram substituídos por casas modernas. Diferentes de outros populares destinos caribenhos, não há resorts nem grandes redes de hotés nas ilhas. A grande maioria das acomodações ainda são pousadas e albergues, com um ou outro estabelecimento mais sofisticado, como é o caso do Playa Tortuga, hotel com 117 quartos (diárias a partir de US$ 200),

É um Caribe diferente, mas onde não faltam belezas naturais, vale ressaltar. As praias de cartão-postal com areia branquinha, água verde-esmeralda transparente e palmeiras enfileiradas não decepcionam os visitantes. Em muitas delas, você poderá aproveitar tranquilamente, sem dividir espaço com a multidão. Há ainda mangues de água transparente e recifes de corais coloridos e cheios de vida.

O que fazer


Nas ilhas Cayo Zapatilhas, há praias isoladas para quem quer curtir sozinho

Conhecer outras ilhas e praias remotas do arquipélago de barco é o programa número um no arquipélago de Bocas del Touro. Da Isla Colón ou da Isla Carenero, onde a maioria dos visitantes fica hospedada, é fácil explorar outros locais. Um dos tours mais populares, de aproximadamente sete ou oito horas, leva paraCayos Zapatilha, duas pequenas ilhas desabitadas com praias que poderiam ser locação de cinema (a entrada custa US$ 10). No caminho, há uma parada para ver os golfinhos em Dolphin Bay. O almoço é em um dos restaurantes em estilo bangalô de Crawl Cay, cartão-postal da região. Com recifes de corais e peixes coloridos, o local é também um bom ponto de snorquel. Os tours custam entre US$ 25 e US$ 30.

Outro passeio popular leva à Isla Bastimentos, região de belas praias com alguns dos melhores pontos de mergulho e surfe da região. Protegida em grande parte por um parque nacional marinho, a ilha abriga ainda um pretencioso complexo hoteleiro, o Red Frog Beach Rainforest Resort & Marina, que ainda não foi finalizado. O empreendimento terá um resort, que ainda será inaugurado, mas ele já conta com villas de 1 a 4 dormitórios para alugar e um albergue. Para os aventureiros, um dos principais atrativos do estabelecimento é um circuito de canopy, uma versão radical do arvorismo, aberto a não-hóspedes (o percurso custa US$ 55).

Red Frog Beach é também o nome da praia mais famosa da Isla Bastimentos, a única que conta com barzinho e onde são oferecidas aulas de surf. O apelido peculiar (Praia do Sapo Vermelho, em português) deve-se aos sapinhos, com menos de cinco centímetro, que podem ser encontrados por lá. Da Red Frog Beach, pode-se pegar uma trilha até a belíssima Wizard Beach, a preferida dos surfistas.


Vida noturna

Depois de passar o dia mergulhando, surfando ou caminhando, arranje forças para curtir a animada noite de Bocas del Toro. Os bares são pouco sofisticados e frequentados por viajantes do mundo todo. Todos fecham às duas da manhã. O Barco Hundido (Calle 1) é um bar ao ar livre animado, bom para quem gosta de dançar. Outro ponto bastante popular é o Mondo Taitú Bar (Av 1), que realiza eventos temáticos todas as noites.

Como chegar

Da Cidade do Panamá, a maneira mais fácil de chegar ao arquipélago de Bocas del Toro é de avião. São 45 minutos de viagens por via aérea. A AirPanama e a Aeroperlas têm dois voos diários.

FONTE: IG TURISMO

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Aeroportos terão de reduzir tempo de espera de passageiros

por TWISY - 6 de fevereiro de 2012, 11:58 - Categoria: Transporte Aéreo, Turismo

Movimento no saguão do terminal dois do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo

Nove dos principais aeroportos brasileiros terão metas de atendimento e tempo máximo de espera dos passageiros nas filas. Mais movimentado do país, o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), é o primeiro da lista.

Ali as metas já estão estabelecidas: a Gol terá 39 minutos para atender o passageiro na fila do check-in doméstico; a TAM, 29 minutos.

Há parâmetros para imigração, inspeção e Receita Federal, entre outros. A experiência pretende melhorar a eficiência dos aeroportos sem recorrer necessariamente a obras. A iniciativa, da Secretaria de Aviação Civil, se estenderá em março ao Galeão e a Confins. Até o final do ano, serão mais seis aeroportos; a lista não está definida ainda.

A Folha de SP obteve acesso a estudo inédito da secretaria em Cumbica que mede o périplo do passageiro desde o momento do check-in até a chegada da bagagem. Esse levantamento subsidiou a definição das metas –a serem atingidas já a partir desse mês.

Não haverá pena por descumprimento, a princípio. A ideia, diz a SAC, é melhorar o nível de atendimento.

Antes da medição, a Gol atendia o passageiro na fila do check-in em até 49 minutos, quase o tempo de voo entre São Paulo e o Rio. Com o acompanhamento da secretaria, reduziu para 46 –ainda distante dos 39 que o governo federal quer.

A TAM, por sua vez, já conseguiu atingir a sua meta de 29 minutos no atendimento. A companhia, de acordo com a secretaria, terá de manter esse índice.

Por ser um projeto piloto, só as duas empresas serão cobradas inicialmente. A proposta é estender a iniciativa para as demais.

Tornar mais rápido o atendimento depende de as empresas aéreas colocarem mais funcionários para ficar nos balcões de check-in, aponta o estudo.

A Gol, que não atingiu a meta do governo, informou ter 579 funcionários no aeroporto, nem todos de check-in, e que dimensiona a equipe conforme a demanda. Diz incentivar ainda outras formas de check-in, como os feitos por celular, internet e totens de autoatendimento. A companhia aérea não comentou o estudo da SAC.

Na relação de metas, um dos setores mais críticos, o de imigração, terá que atender o passageiro em 17 minutos. O trabalho cabe a uma empresa terceirizada pela Polícia Federal; na última quinta, funcionários em Cumbica haviam faltado, e policiais federais tiveram que fazer o trabalho. Resultado: fila.

Também um item constante de reclamações, a devolução de bagagem ficou de fora das metas da SAC. O trabalho chegou a ser medido: a demora máxima para a mala chegar foi de 26 minutos. Segundo a secretaria, um novo sistema de esteira será instalado em Cumbica.

Fonte: Folha de SP

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Veja quais são as cidades mais caras para turistas

por TWISY - 3 de fevereiro de 2012, 12:06 - Categoria: Dicas, Dinheiro, Viagem Internacional

Os suíços têm a sorte de ganhar bons salários que permitem viver confortavelmente em cidades como Zurique. Foto: Switzerland Tourism/Divulgação

De três em três anos, os economistas da empresa de finanças suíça UBS publica um estudo sobre preços e salários em diferentes cidades do planeta. No final de 2011, a última edição de 2009 foi atualizada com informações sobre 73 cidades. Baseado em diferentes indicadores, como o câmbio, o preço de restaurantes e quartos de hotéis, o estudo traz, entre outras informações, a lista das cidades mais caras para os turistas que as visitam.

Veja a seguir uma lista das quinze cidades mais caras do informe da UBS.

Oslo, Noruega: os preços da capital da Noruega são altos mas, pelo menos, consistentes. Desde 2006, Oslo ocupa o primeiro lugar na lista de cidades mais caras para turistas. O preço médio de um quarto de hotel chega a R$ 294 noite. E não é apenas o alojamento que pode pesar no bolso: uma garrafa de água mineral, por exemplo, custa frequentemente 6 dólares.

Zurique, Suíça: os suíços têm a sorte de ganhar bons salários que permitem viver confortavelmente em cidades tão caras quanto Zurique. Mas para os estrangeiros, o ritmo fica difícil de aguentar. Durante o verão, turistas visitam a cidade para aproveitar o Lago Zurique sob o sol. Durante o inverno, claro, a cidade é tomada por esquiadores em busca das belas pistas dos Alpes suíços. Na primavera e no outono, os preços caem um pouco, mas continuam salgados, e o preço médio de uma diária de hotel na cidade é de R$ 390.

Genebra, Suíça: apesar de não ter obtido o primeiro lugar, a Suíça conseguiu posicionar duas de suas principais cidades no pódio das cidades mais caras para turistas. Depois de Zurique, na segunda posição, é a vez de Genebra arrebatar o terceiro lugar, ultrapassando Copenhague. O valor do franco suíço é um dos principais motivos dos preços altos no país e, em Genebra, outra razão é o alto poder aquisitivo dos habitantes da cidade. O preço médio de uma noite de hotel em Genebra é de R$ 467.

Copenhague, Dinamarca: a capital da Dinamarca caiu apenas uma posição passando do terceiro ao quarto lugar na lista de cidades mais caras para se visitar. Na hora de passear pela capital, cheia de lojas de design, restaurantes gastronômicos e cafés aconchegantes, é preciso tomar cuidado para que o seu bolso não sofra demais. O preço médio para passar uma noite em um hotel de Copenhague é de R$ 303.

Estocolmo, Suécia: num contexto difícil para o velho continente, a Suécia conseguiu amenizar os efeitos da crise econômica europeia. A forte economia do país fez com que sua capital, Estocolmo, passasse do 16º lugar em 2009 ao 5º lugar em 2011. Em média, uma noite de hotel na capital sueca custa R$ 330.

Tóquio, Japão: a imensidão de Tóquio vem acompanhada de uma característica que não escapa aos olhos (e bolsos) dos visitantes. Tóquio é uma cidade muito cara: apesar de ser possível alimentar-se e passear sem gastar demais, conseguir um hotel razoável acaba pesando bastante no bolso. Um quarto de hotel na capital japonesa custa, em média, R$ 284 por noite. Em 2012, em consequencia do violento terremoto que abalou o país em 2011, os preços devem cair.

Sydney, Austrália: em 2009, Sydney ocupava a 36ª posição do ranking das cidades mais caras para visitar. Desde então, a cidade subiu de maneira notável, atingindo atualmente o sétimo lugar. O principal motivo foi a valorização do dólar australiano, que levou ao aumento de preços como os de restaurantes e hotéis, com quartos que atingem, em média, R$ 300 por noite.

Helsinque, Finlândia: até agora, a Finlândia se manteve relativamente protegida da crise econômica europeia, e sua capital, Helsinque, encontra-se na oitava posição na lista dos países mais caros para turistas. Mas alguns relatórios recentes mostraram que a recessão pode estar atingindo o país, o que pode fazer de Helsinque uma cidade mais acessível nos próximos meses. O preço médio de um quarto de hotel é de R$ 284 por noite.

Toronto, Canadá: houve uma época na qual americanos vivendo perto do Canadá cruzavam a fronteira para aproveitar os preços baixos devidos ao câmbio favorável entre o dólar americano e o dólar canadense. Mas hoje as coisas mudaram: o dólar canadense se valorizou e os preços subiram. Toronto, maior cidade do Canadá, passou do número 31 ao número 9 entre 2009 e 2011 no ranking de cidades mais caras. Um quarto de hotel em Toronto custa, em média, R$ 230.

Cingapura: enquanto a Europa e os Estados Unidos lutam contra a crise, Cingapura não tem do que reclamar. A moeda do micro estado, o dólar de Cingapura, ganhou força nos últimos anos, o que fez com que os preços aumentassem. Cingapura ganhou quatorze posições desde 2009 na lista de cidades mais caras para os turistas. Apesar de ainda existirem alguns pequenos hotéis relativamente baratos, o preço médio de uma diária de hotel é de R$ 355.

Viena, Áustria: Viena é uma das capitais mais belas da Europa, mas também uma das mais caras. Apesar de ter caído algumas posições em relação a 2009 na lista das cidades mais caras, a capital austríaca tem preços altos para turistas, e é difícil encontrar pechinchas na hora de alugar um quarto de hotel. A média do preço das diárias de Viena é de R$ 212, e muitos habitantes locais recomendam a alternativa de alugar um apartamento.

Paris, França: nos últimos anos, Paris viu uma queda em seus preços, devido principalmente à crise que afeta também a França. Mas a capital francesa não deixa de ter preços salgados, e o euro ainda está muito valorizado, afetando sempre os bolsos dos turistas de passagem no local. A média para passar uma noite em um hotel da Cidade Luz é de R$ 330.

Luxemburgo: pequeno país situado entre a França, a Bélgica e a Alemanha, Luxemburgo tem belos castelos e vinhedos. Mas o país é também um dos mais caros da União Europeia e, apesar de ter alguns albergues que permitem economizar alguns euros, a média do preço das diárias de Luxemburgo é de R$ 435.

Nova York, Estados Unidos: Nova York é conhecida por seus arranha-céus, suas incontáveis lojas e seu estilo descolado e inconfundível. Mas, apesar de seus preços terem baixado por conta da crise, e de a cidade ter caído do 6º ao 14º lugar na lista, Nova York ainda é a cidade mais cara dos Estados Unidos, e a média diária para passar uma noite num hotel nova-iorquino é de R$ 430.

Londres, Inglaterra: há poucos anos, Londres assustava os turistas com seus preços altos, com a libra que era muito forte frente às outras moedas. Mas apesar de a moeda inglesa ter perdido bastante valor e os preços terem caído, Londres é uma cidade cara, com um câmbio desfavorável para os turistas. Um quarto de hotel na capital inglesa sai, em média, R$ 308.

FONTE: Terra Turismo

Taxa de embarque ficará R$ 0,91 mais cara nos principais aeroportos do país

por TWISY - 1 de fevereiro de 2012, 12:58 - Categoria: Dicas, Dinheiro, Economia, Transporte Aéreo

O Diário Oficial da União publicou na terça (31) resoluções da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) referentes ao reajuste anual das tarifas aeroportuárias de embarque, pouso e permanência, pagas pelas companhias aéreas aos administradores dos aeroportos nas operações de pouso, decolagem e permanência nos pátios dos terminais. De acordo com uma das normas, ficará R$ 0,91 mais cara a taxa de embarque paga pelo passageiro nos aeroportos classificados na Categoria 1.

Fazem parte da lista, os terminais localizados em Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Campinas, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

O reajuste ocorre anualmente e é calculado por meio da aplicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A metodologia de cálculo e o valor a ser aplicado no reajuste das tarifas aeroportuárias (de embarque, pouso e permanência) foram estabelecidos para os anos de 2012 e 2013.

Fonte: Viaje Aqui

Restaurantes imperdíveis em Miami

por TWISY - 30 de janeiro de 2012, 14:58 - Categoria: Viagem Internacional

Movimentar-se por Miami guiado pelos inúmeros pontos turísticos da cidade é programa fácil para qualquer turista que chegue a este que é um dos destinos norte-americanos mais visitados por brasileiros. Basta ter em mãos um guia de viagens. Mas circular pela cidade tendo como referência os melhores restaurantes é tarefa para entendidos.

Para ajudar você a descobrir as principais atrações de Miami com ares de “habitué”, preparamos um roteiro gastronômico com sabores bem diversificados – como tudo em Miami – em cinco das regiões mais movimentadas da cidade. Confira as especialidades e o que há para ver nos arredores de cada uma.

DOWNTOWN

- DB Bistro Moderne

Primeiro restaurante do estrelado chef Daniel Boulud em Miami, o DB Bistro Moderne, localizado no andar térreo do hotel cinco estrelas JW Marriott Marquis, um dos prédios mais modernos no centro de Downtown, é o lugar ideal para brindar sua chegada à cidade em alto estilo. No cardápio, o melhor mix dos clássicos franceses de bistrô com um toque contemporâneo. Destaque para as costelinhas braseadas com purê de batatas e castanhas.

Não se esqueça de fazer reserva antes de ir, mas chegue à região mais cedo para sentir o agito do coração financeiro da cidade, fazer umas compras no Bayside Marketplace e caminhar peloBayfront Park, de onde se tem uma vista privilegiada dos grandes transatlânticos que atracam em Miami. Logo ao lado está a AmericanAirlines Arena, palco de grandes jogos e espetáculos. Quem sabe você não consegue um ingresso para depois do jantar?

SOUTH BEACH

- Cabana Beach Club


King Crab servida à beira-mar no restaurante Cabana, no hotel Eden Roc

O ponto mais badalado – e óbvio – para comer em South Beach fica ao longo da avenidaOcean Drive, onde estão localizados os famosos prédios Art Deco que formam o cartão-postal de Miami. Depois de caminhar pela avenida e deleitar-se com a arquitetura local, você pode surpreender seus convidados, sem deixar de lado o clima praiano, com um descontraído almoço noCabana Beach Club, localizado na área externa do hotel Eden Roc Renaissance, a poucos minutos do agito.

No menu, suculentas patas de caranguejo gigante (o chamado king crab), tacos mexicanos e outros petiscos para se comer ouvindo o barulho do mar.

Se preferir manter o cardápio longe da areia, basta ir em direção oposta, rumo ao Joe’s Stone Crab, um clássico local.

- Cecconi’s
Se o clima do dia está mais para uma massa leve ou uma salada caprichada com toque italiano, é possível ir ao Cecconi’s, comandado pelo chef Sergio Sigala. Com forte inspiração veneziana, apresenta uma das decorações mais agradáveis de Miami Beach, mesmo estando a algumas quadras da praia. Não raro pode-se comer ao som de bossa nova. Aproveite para ver as mansões localizadas ao longo do canal, todas com seus iates estacionados nos fundos.

- Tapas y Tintos

Depois de ir às compras – ou simplesmente deliciar-se com as vitrines – no animado calçadão da Lincon Road, onde não raro pode-se cruzar com celebridades como o artista brasileiro Romero Brito, que tem ali sua galeria, uma boa ideia é caminhar mais algumas quadras para alimentar-se na minúscula Española Way.

Esta rua de apenas um quarteirão, entre as avenidas Drexel e Washington, é sem dúvida uma das mais charmosas de Miami. Quase totalmente ocupada por restaurantes e bares de tapas, que espalham suas mesinhas pela calçada, oferece sangrias e tapas sob a sombra das árvores. À noite, elas se enchem de luzinhas coloridas, dando um clima todo especial. Uma das boas opções é o restaurante Tapas y Tintos , que às quartas costuma oferecer música flamenca ao vivo.

DESIGN DISTRICT


Descontração e modernidade no restaurante Sra. Martinez, no Design District de Miami

- Sra. Martinez
Passeio obrigatório para os mais moderninhos, o Design District oferece galerias de arte, estúdios fotográficos, lojas de móveis de design assinado, antiquários, clubes moderninhos, bares e restaurantes descolados.

Entre eles está o Sra. Martinez, com seus pratos e tapas que misturam influências espanholas, peruanas e americanas. Apesar da decoração descontraída no salão, é do lado de fora que o agito acontece nas noites mais quentes.

COCONUT GROOVE

- Jaguar Restaurant
Circular pela arborizada região de Coconut Groove é dos passeios mais agradáveis quando você se cansar do clima praiano de Miami. Por ali, as casas raramente têm portões ou muros, e recepcionam os convidados com grandes gramados e páteos frontais. É no entorno da Grand Avenue, onde está o conhecido shopping CocoWalk, que se encontram as principais lojas, ateliês e galerias de arte – outra vocação da área.

Para não se dispersar muito, aproveite para fazer uma parada nas mesinhas ao ar livre do Jaguar Restaurant. Peça um – ou vários – ceviches para acompanhar o tradicional pisco sour. Se o dia estiver longe de terminar, siga para um calmo passeio pelos jardins do Museu Viscaya, a cerca de 10 minutos dali.

CORAL GABLES

Em Caroal Gables, um restaurante italiano para entrar no clima da Venetian Pool

- Caffe Abbracci
O clima mediterrâneo trazido pela arquitetura de Coral Gables, misturado às palmeiras típicas do sul da Flórida e às dezenas de fontes e portais espalhados pelas ruas fazem desta região uma das mais bonitas e imponentes de Miami. Não à toa, por ali se encontram diversos restaurantes pomposos e bem conceituados da cidade, como o Palme d’Or, localizado no Biltmore Hotel.

Mas se quiser se sentir como um morador local, parta para o Caffe Abbracci, onde você vai encontrar uma boa comida italiana. Ideal para já ir entrando no clima da Venetian Pool, ponto de parada indispensável nos arredores, mesmo que seja só para ver a imensa piscina formada pela cratera deixada por uma antiga mina de pedras.

Fonte: IG

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Não seja barrado no aeroporto

por TWISY - 26 de janeiro de 2012, 15:16 - Categoria: Turismo, Viagem Internacional

Mesmo viajando a lazer, é possível ser barrado pela imigração. Confira dicas para evitar problemas com a documentação

Com passagens aéreas compradas e roteiro de viagem definido, ser barrado no aeroporto e deportado de volta para o Brasil sem motivo algum parece pesadelo, mas pode ser real. Segundo dados da Agência Europeia de Controle de Fronteiras (Frontex), os brasileiros são os estrangeiros que mais tiveram a entrada recusada nos aeroportos da União Europeia no ano passado. Nesse período, foram 6.072 brasileiros, o que equivale a 12% do total de entradas recusadas no bloco. Ainda assim, o número é pequeno se comparado aos 2,2 milhões que saíram do Brasil para visitar o continente europeu no ano passado.

Para não correr o risco de ser mandado de volta, é preciso estar atento a alguns cuidados. Apesar dos países da União Europeia não exigirem visto de turista para períodos de até 90 dias, há algumas regras para permitir a entrada, como passaporte válido por no mínimo seis meses, passagens aéreas de ida e de volta e seguro-viagem. Alguns países exigem ainda a comprovação de uma reserva mínima de dinheiro para se manter no local.

“A decisão dos agentes de imigração é soberana e eles podem vetar o ingresso naquele país. Mas, dificilmente, o viajante que levar toda a documentação recomendada será deportado”, afirma Luiz Fernando Destro, presidente da Comissão Europeia de Turismo (CET). “O grande interesse da Europa é receber os turistas brasileiros, não espantá-los”, completa.

Vínculos com o Brasil

Além dos requisitos exigidos, vale levar outros documentos que comprovem seu vínculo com o Brasil e o objetivo da viagem.

Os agentes de imigração partem do princípio de que todo viajante veio para ficar, por isso não precisa se intimidar.

Vestimentas

A roupa escolhida também pode chamar a atenção dos agentes de imigração. Segundo a consultora de etiqueta e comissária de bordo por 25 anos, Sofia Rossi, quando se viaja a um país diferente é importante conhecer um pouco da cultura e como as pessoas se vestem.

“Não dá para usar uma roupa muito desleixada, mas também não precisa terno e gravata para viajar”, diz Sofia. “Uma vez vi um casal de aparência humilde, mas que o homem vestia terno, ser parado pelos agentes. O importante é não mentir.”

Se for deportado

No caso de o viajante não ser admitido no país, há o sério risco de ele ter prejuízo financeiro. As empresas e agências de viagens não são obrigadas a reembolsar os gastos com passagens aéreas e reservas de hotéis em caso de deportação.

Fonte: IG Turismo

EUA facilitam pedidos de visto

por TWISY - 23 de janeiro de 2012, 7:00 - Categoria: Turismo, Viagem Internacional, Visto, Visto Americano

Prevendo um crescimento de 274% no total de brasileiros em visita aos EUA nos próximos quatro anos, o presidente Barack Obama determinou a eliminação da necessidade de novas entrevistas para brasileiros que apenas queiram renovar vistos expirados ou com datas próximas do vencimento. O programa-piloto ainda facilita a concessão de vistos para algumas categorias, como idosos e crianças.

Segundo determinou a Casa Branca, ao menos 80% das pessoas devem ser entrevistadas no máximo até três semanas após enviar os documentos ao consulado. Com isso, será ampliada em 40% a capacidade de concessão de vistos nos consulados americanos no Brasil neste ano. O anúncio de Obama foi feito ontem, no Walt Disney World, na Flórida.

Além dos brasileiros, os chineses e os indianos são as prioridades do governo americano com essas mudanças. “Esperamos que dezenas de milhares de pessoas tentando o visto sejam beneficiadas no Brasil e na China. Com essas medidas, as pessoas que já passaram por entrevistas poderão economizar tempo e dinheiro, decidindo visitar os Estados Unidos mais uma vez. Além disso, poderemos nos concentrar nos que tentam o visto pela primeira vez”, afirmou comunicado conjunto do Departamento de Estado e do Departamento de Segurança Interna dos EUA.

Segundo Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, “o foco do presidente são as economias emergentes”. “O número de viajantes para os EUA de cidadãos de economias com crescente classe média, como China, Brasil e Índia, deve crescer 135%, 274% e 50% até 2016, com base nos números de 2010. Há uma enorme oportunidade (para o governo americano)”, disse. As medidas de Obama fazem parte de um amplo programa para aumentar o turismo nos Estados Unidos, que representa 2,7% do PIB e 7,5 milhões de empregos.

Em novembro do ano passado, os Estados Unidos já haviam informado que pretendem emitir 1,8 milhão de vistos para brasileiros em 2013, mais que dobro do total de 2010, 820 mil. Na época, Donald Jacobson, ministro-conselheiro do governo americano para assuntos consulares no Brasil, afirmou que o crescimento na demanda por vistos se deve à robusta economia brasileira. “O real está forte e os brasileiros têm vindo aos EUA”, afirmou. O Brasil, depois da China, é o segundo país com maior demanda por vistos.

O governo americano tem feito o possível para reduzir a espera nos consulados no Brasil. Uma das medidas foi a abertura dos postos em horário extra – amanhã, haverá mutirão em São Paulo.

Por : GUSTAVO CHACRA